terça-feira, 14 de novembro de 2006

Casinhas...encantadas!Existem!!



Quem me conhece,sabe que é um gosto e mesmo um sonho antigo...ter uma casa de campo,no meio do nada.Do nada, que para mim é tudo.

Paz,água a correr,sol,neve,ar puro,borboletas,abelhas,lagos e lagoas,montanhas,planicíes,flores,pinheiros,grilos a cantar,estrelas cadentes...enfim,e nunca mais acabava.

Ora nem mais,acabo de descobrir uma empresa,a Tumbleweed Tiny House Company ,imaginem só,constrói pequenas casinhas,muito práticas,funcionais,e simplesmente encantadas.São lindas...e muito fáceis de colocar seja onde for,fáceis de transportar e tudo.

Que mais pediria eu?Espaço?Não.O único espaço que quero ter,ainda e sempre,é dentro de mim.

Não precisaria de mais espaço,do que aquele que me circundaria,ao abrir a porta ou a janela..e ver essse verde á minha frente,ou acordar e poder ver o nascer do sol...

Quero uma casa destas...e aposto,que com boa vontade,dava para receber os amigos...hihihihi!

Eu que guardo mil segredos,no meu quarto,em arcas,e caixinhas,teria pouco espaço para isso...mas que importa?

Nada do que preciso para ser feliz,é material...mas tudo vem dessa mágica forma de olhar o mundo,e de vos olhar a vocês...a forma como olhamos juntos.

Por Fora:


E um dia pode acontecer passarem por mim,nalguma terra distante mas bela e dizerem: "olha lá vai a Rita com a casa ás costas..."
Vou virar caracol!Porque Duende já me sinto...de coração=)
Pelo menos sei,que no dia em que celebrar 25 anos,vou poder habitar por uma noite,uma casinha assim...e vocês também.


Por Dentro:



"You know you have reached perfection of design not when you have nothing more to add, but when you have nothing more to take away."

Antoine de Saint-Exupéry


Duende...






Um duende
segurava a cauda de uma lua qualquer.
No seu saquinho estrelado,
transportava palavras.

Como pesava esse saquinho,
pálido no seu ombro cansado.

Soltou a cauda dessa lua qualquer
e de pés firmes na terra
que era a sua
atirou as palavras ao vento
para chegarem ao sol.

A estrela sol devolveu-as.
Eram pobres.
Parcas de sentido.

Pede o duende uma tesoura
para cortar o fio da vida?
Não.
O duende era feliz,
e nada o fez parar.

segunda-feira, 13 de novembro de 2006


Olho o i n f i n i t o da minha viagem...




Descobrimos que há dias em que o tempo é de papel, tão frágil mas tão imprescindível.E somos capazes de fazê-lo durar tanto quanto nos apetecer.
Olho perdida no horizonte,buscando-te.
Não troco momentos destes por nada, ou será que há algo mais perfeito, que a leveza dos dias e a simplicidade dos gestos?
As lágrimas deixaram de caír do céu. Agora o sol esbanja sorrisos, delicadamente entornados sobre nós.
E eu vou atrás deles,longe ou perto,quero-os.Acaso não terei direito a eles?
Podia ficar ali o resto da vida,olhando o infinito.Ainda que os bichos da terra me incomodassem, ou que o céu voltasse a lacrimejar,ou que o frio se apoderasse de mim...era capaz de ficar.
(Abro um parentesis na minha vida e Guardo lá dentro aquilo de que me quero lembrar para sempre.)
Há dias em que recordar é importante para que tudo faça sentido. Nem que seja só por olhar para o que sou,e saber que gosto de mim assim.Com actos ireflectidos,espontâneos,mas meus,que me saem do fundo mais fundo que pode existir.E não me arrependo,de os ter deixado sair.
Saudades?Provavelmente.Mas mais que isso, frustração por algo que não tem resposta.
Eu, nunca te vou virar as costas e perder-te no infinito da minha viagem.

domingo, 12 de novembro de 2006

Em Busca do Sol...


Por estes dias,é certo que o sol chega cedo e parte cedo.
A mim,deixa-me sempre,desejo de mais...mais um pouco de calor,mais luz...
E hoje,agarramos,em nós,e fomos em busca do sol,a um ponto alto,onde o pudesse-mos sentir por mais alguns instantes.
E claro está que Sintra,foi o palco das nossas aventuras.
Posso lá voltar 1000 vezes,que será sempre esse monte da lua,esse beijo de verde e de mar, de recordações.




Foi uma corrida contra o tempo,e que foi arrefecendo...á medida que o sol se escondia.
Via toda a gente a correr,em carros,a pé,em busca de um lugar num estacionamento,ou numa esplanada...



E nós,hoje,se nos perguntassem,eu responderia: "Eu?eu vou em busca do sol...".
Nada mais bonito,para um Domingo á tarde,entre amigos.
Quais cinemas,quais lojas?
Vento na cara,cheiro a mar,e a nevoeiro misturado com sol...cheiro a lareira acesa,por entre as casas,e a castanhas...
Parámos no "moinho",essa varanda,onde vimos o sol a pôr-se,onde nos deixamos ficar,onde eu colhi uma flor,cor de sol,e a ofereci ao sol=)






Não ficamos por muito tempo,e fomos em busca da luz que ele deixou,como um rasto.
Ela estava no Cabo da Roca.
Ali, o céu tomou tons de rosa,laranja,lilás,azuis...tantas cores,silhuetas,que não pude decifrar...mas que estavam bem ali.


Havia uma cruz,que rasgava o céu.
Havia,o som suave do mar,e um silêncio por detrás disso.
Havia a luz do farol,a trespassar-nos de vez em quando.
Havia vento e frio a lembrar-nos que o tempo mudará em breve.
Haviamos nós.







Hoje,irei dormir,nesse aconchego...que eu mesma criei para mim.

sábado, 11 de novembro de 2006

Hoje é dia de S.Martinho...






Gosto do dia de S.Martinho.
Recordo,as castanhas a estalar no forno,o cheiro suave que elas deixam na casa,a harmonia que se cria á volta da mesa,neste dia.

Fica-se mais um pouco,bebe-se mais um copo,daquele vinho...guardado,para esse dia.
Gosto de as sentir nas mãos,quentes,macias,e de estalar a sua casca.
Elas esperaram muito,para cair ao chão,e chegarem onde estão.Desenvolveram-se dentro de um ouriço que pica...no seu tempo.
E gosto do sabor,doce,mas não muito...
Gosto,da lenda do S.Martinho...como gosto de qualquer lenda,porque acredito sempre que é verdade...

Gosto dos anos,em que ia pela estrada fora,aqui,no alentejo,ou na escola,com um cestinho na mão,apanhar castanhas e outras surpresas que por ali haviam,caracoletas,cogumelos...sentir o cheiro a musgo...quando já fazia frio,e usava o meu gorro com orelhas...
E ainda melhor é o verão de S.Martinho...este sol,brilhante que me veio aquecer.
Ontem cá em casa houve castanhas,hoje ao almoço,houve castanhas,e á tarde,vou estar num magusto,com os amigos,para cantar,festejar...e sorrir,e comer castanhas.
Confesso,que tanta castanha,me deixa um pouco cheia.
Mas se elas são mais um momento para que estejamos juntos,ora venham elas...quentes e boas.
Feliz dia de S.Martinho...

Vão atrás deste sol,que agora por estes dias dura pouco,pois vai embora cedo...a deixar-nos um desejo de mais...mais luz.Mais.Mais calor.



sexta-feira, 10 de novembro de 2006

Sim olhamos e vimos...e então?


-Era uma estrela cadente?
-Não, acho que era um pirilampo.
-Mas os pirilampos voam assim tão rápido?
-Acho que sim..
-Era uma estrela cadente.
-Há mais probabilidades de ser um pirilampo que uma estrela cadente..
-Não digas isso! Imaginas quantos milhões de estrelas há no céu?
Além disso, prefiro pensar que era uma estrela cadente, nunca tinha visto nenhuma antes...como esta.
-Tu sonhas bem alto, oxalá não caias como as estrelas.

quinta-feira, 9 de novembro de 2006



Não quisesse eu saber tudo de uma vez...

O amor tem o seu próprio mistério, tentar desvendá-lo é um erro, tentar apressá-lo um crime.


Então eu errei.E cometi um crime também.
Perdoa-me.
Estou Desperta.Não me moverei daqui.

Bilhetes de ida e volta...vão acabar.


Vendo "bilhetes de ida e volta" ao meu interior sem me aperceber disso... e às vezes apetece acabar com as "visitas guiadas" e fechar o "museu"... Não é museu.
Não pode ser! São sentimentos! São mundos escondidos nas sombras das palavras...sou eu.
É um idioma que todos lêem, mas que nem todos percebem (mesmo quando julgam conhecer).

E o que é que existe afinal nisto tudo? Uma batalha? Um sorriso? Uma vida? Não sei.
Não chego aos calcanhares desse gigante de nome "conhecimento". Estou cega de tanto ver e de querer ver ainda mais.
Perco-me nos meus próprios fios do raciocínio,tantas vezes dito lógico.
Calço a lógica, ponho o saber, visto o sentir... e aí... aí falta algo mais...
Fica um buraco estonteante cujo fundo não consigo ver.Mas estou disposta a procurar,e espero o tempo que for preciso.

Até quando a alma,segurará o que não compreende?


Hoje,quero ouvir e cantar...ler e dedicar...

hoje,quero não ter dito o que está dito,não fazer o que está feito...

hoje,quero continuar a amar...amar assim,sem nada esperar...

Hoje...



"Sei de cor cada lugar teu
Atado em mim, a cada lugar meu
tento entender o rumo que a vida nos faz tomar
tento esquecer a mágoa
guardar só o que é bom de guardar


Pensa em mim protege o que eu te dou

Eu penso em ti e dou-te o que de melhor eu sou
sem ter defesas que me façam falhar
nesse lugar mais dentro
onde só chega quem não tem medo de naufragar


Fica em mim que hoje o tempo dói
como se arrancassem tudo o que já foi
e até o que virá e até o que eu sonhei
diz-me que vais guardar e abraçar
tudo o que eu te dei


Mesmo que a vida mude os nossos sentidos
e o mundo nos leve pra longe de nós
e que um dia o tempo pareça perdido
e tudo se desfaça num gesto só


Eu vou guardar cada lugar teu
ancorado em cada lugar meu
e hoje apenas isso me faz acreditar
que eu vou chegar contigo
onde só chega quem não tem medo de naufragar"

Mafalda Veiga

quarta-feira, 8 de novembro de 2006

A Message...by moon.



Acordei com uma mensagem saborosa no frigorifico...veio da LUA!
Mas quem a canta é o nosso Jamie Cullum...

Adoro,estas surpresas...recebam-nas,e ofereçam-nas,aqui:


http://www.jamiecullum.com/kitchen/message.asp?id=%1A%04k%1B



"God, got a little insane and give me the extraordinary love, on you, and i feel fine."

terça-feira, 7 de novembro de 2006

Quis deixá-los a pensar...e quem veio a pensar,fui eu.





Ontem,foi dia de estar com os meus meninos.

Ontem,sai de casa decidida a fazê-los pensar naquilo que nunca pensam...mas que é tão presente para mim...

E já que entramos num tema,tão interessante como o valor da Vida,lá me arrisquei.

Cheguei,houve abraços,novidades,penteados novos,trancinhas,missangas,que me queriam mostrar e depois disso o regresso á calma.

Curiosamene os meninos que ficaram de castigo na última semana,não se portaram mal,mas também não estiveram a 100%,mas já é um progresso.

Depois de meter música que lhes permitisse acalmar,convidei-os a viajar comigo...e lancei a questão:

"Vamos imaginar,que hoje ao chegar a casa,vamos ver as noticias,e nos dizem, que o mundo vai acabar,dentro de 24h.O que fariamos durante essas 24h?"

Depois, dei algum tempo,para pensarem.De cabeças deitasdas na mesa,ao som de uma música calma,pela primeira vez olhei-os a todos sossegados,tão lindos,não durou 5 min,mas pronto.

Eu também pensei.Contudo esta questão,já a tinha respondido,no fim de semana,na formação de animadores.Ainda pensei,que fosse uma pergunta forte demais,para crianças de 9 anos,mas estes meninos já têm mais de 9 anos,seguramente,dentro de si.

E pelas respostas,comprovei que os seus sonhos são pequenos,não vão além...contudo são sonhos,são os que eles têm e por isso,comecei a escrever no quadro,a opção de cada um.

Aqui fica:

  • Se eu tivesse 24h,até o mundo acabar,ia á pizzaria,comer todas as pizzas que pudesse...
  • Ia para o estádio do benfica,jogar,com um equipamento bem fixe,e o Figo ia lá ver-me.
  • Eu,ia com a minha família comer hamburguers,ao Mac,e beber mutia coca-cola.
  • Eu ia para Cabo Verde,ter com a minha avó,e os meus primos.(Sorria)
  • Eu ia logo para a urgência do hospital,para me ajudarem,e rezava muito para o mundo não acabar.
  • Corria para uma casa com piscina,e um sofá,e isso tudo,ver filmes,e dançar.(Levantou-se e dançou mesmo!)
  • Eu não fazia nada,ficava em casa.Chorava.(E disse isto com ar mais sério do mundo)
  • Eu Ficava com a minha família,com os melhores amigos e ficávamos a rezar e pedir a Deus já que vou morrer,que desejava ficar com a minha família toda.
  • Eu ia dar um beijo na boca da Inês.(Ele gosta da Inês,que estava na sala,foi a risada)
  • Comprava um ferrari,e ia passear,a 200km/h.
  • Corria para a Zara,e para o colombo,comprar um monte de coisas bonitas para vestir,e doces.
  • Ia para a praia,tomar banho.
  • Então se existe o céu não ficava com medo,porque ia viver lá.(Esta a que mais me deixou a pensar)

Enfim...os últimos pedidos,seguiram-se.

Alguns feitos sem pensar,que a roupa ou a comida,um grande carro,ou uma bela casa,de nada valem,nestas alturas,bem como em toda a nossa vida.

Mas para eles,vale e muito,porque é aquilo que anseiam ter,e não têm.Julgam que aí está a felicidade.

Mas ainda há valores...ainda há quem saiba,que ficar junto de quem se ama é talvez o mais importante.

Depois a conversa fluiu,com facilidade.Eles compreenderam,que a vida é um enorme tesouro,que têm entre as mãos,e que têm de o aproveitar o melhor que puderem,a cada dia.Mesmo não tendo todas as coisas que querem.

Missão cumprida.Penso.

"E tu Rita?O que fazias?"

Não me perdoaram,dizer aquilo que eu faria...com 24h.E porque nunca se deixa ninguém sem resposta,lá partilhei com eles.E porque tenho a certeza,ou gostava muito que fosse assim:

Acordava,cedo,sorria,metia música...aquelas que mais me marcaram,tomava o pequeno almoço,com calma.

Depois,a dar um beijo e um abraço aos meus pais,demorado,dizia-lhes o quanto gosto deles,por me terem dado a vida,e por serem quem são.

Saía para a rua,e sentiria o sol,a aquecer-me.Esse beijo que ele me dá todos os dias,e que eu gosto de receber.

Caminhava sorrindo,e telefonava a todos os amigos que estão longe,para lhes dizer também,o quanto foram importantes na minha vida,e um,"Gosto de ti".

Ia ter com os amigos de sempre,os de todos os dias,e iriamos para a a Peninha,um local muito belo,de onde se vê o mar,e se sente o vento fresco,onde há um encanto...em tudo.

Ali,iriamos cantar,rezar juntos,como costumamos fazer,rir muito,abraçar-nos,e ver juntos o pôr do sol.

Agradecia estes 24 anos de vida,que foram LINDOS,porque fui muito, muito feliz.

Depois adormeciamos juntos,e o mundo acabava sem darmos conta disso...porque sabiamos que nos veriamos no céu.Que não acabava ali.

E pronto...eles ficaram a ouvir-me,talvez tenham percebido,que gosto mesmo de viver, e porquê.

Mas deixaram-me a pensar,pelo que eles fariam...

Sei que estes pequenos sonhos,anseios,podem mudar,crescer...valorizar-se,e se isso passar por mim,ficarei muito feliz.

E vocês,o que fariam com 24h horas...?

segunda-feira, 6 de novembro de 2006

Portas.
Em tempos idos, já muito idos e gastos, foram inventadas as portas.
Uma espécie de bloqueio á passagem para o interior, ou exterior de casas e afins.
Isto se não tivermos a chave. Porque se tivermos a chave podemos dizer que as portas são uma espécie de passagem para qualquer parte.
A verdade é que nunca se sabe o que está por detrás de uma porta.
Ao longo da nossa vida são imensas as portas que se abrem á nossa volta e até mesmo por detrás de nós...e estas são sempre as mais escancaradas, as que já não podemos alcançar por mais que nos esforcemos em reviver o passado.
Quanto ás portas que ainda estão e estarão ao alcance da nossa mão, pouco há a dizer no muito que poderia ser dito.
Em quase todos os momentos de nossas vidas, somos assaltados pela decisão, ainda que inconsciente, de abrir portas e fechar portas.
Vivemos em constante sobressalto com a hipotese de perda da chave daquela porta especial.
Desprezamos portas que não ousamos ou não conseguimos fechar, embora fosse nossa vontade usar vários cadeados, para as trancar de vez.
Também existem as portas que insistem em ranger, mesmo quando lhes oleamos incansavelmente as dobradiças.
Sem esquecer as portas que se abrem e fecham sozinhas, sem que nós possamos ou tenhamos tempo de pensar se as queremos abertas ou fechadas.
Estas sim, são portas mágicas, as que melhor nos indicam o nosso caminho. São as portas ás quais devemos estar mais atentos, independentemente da cor, formato ou tamanho que possam ter.
Bom...muito mais havia para dizer...mas esta porta,está a fechar-se. Concerteza outra se abrirá ...
Imagens,de uma viagem ao centro de mim...


Há imagens que falam.
E estas são as palavras que me faltam neste momento.
Entra,e viaja comigo...



Escolhi uma direcção,rasgada de céu.
E fiz uma estrela cadente com a minha mão.E fui com ela...


Perdi-me no tempo,porque não quis ouvir o tempo a passar.




E os meus olhos,atentos,encontraram cores,a dizer-me que tudo tem um fim...
E isso não me deixa triste.Porque sempre que eu queira,nascerá um começo.

Aninhei-me virada para uma janela, por onde escorriam gotas de chuva,fiquei a olhá-las...ouvi-as bater,e quis deixá-las entrar.



Saì para a rua,caminhei.

Colhi uma flor,que me pediu para ser minha,era da minha cor... neste dia.

Olhei-te nos olhos.

Estive tanto tempo contigo.

Tanto quanto eu quis.Tu não me pões limites.

Eu amo-te e tu amas-me.Como nunca amei.E ninguém me vai amar.

Tu só tu.



Estive lá,nesse recanto,e quis mergulhar em papoilas.

Desta vez não haviam papoilas.Apenas um verde fresco.

E silêncio.

E por fim, fiquei com uma luzinha acesa, dentro de mim.

Sei que ela já foi maior,e já me aqueceu mais.Mas é a que tenho.

Chegamos ao fim da viagem.Foi bom?

Voltem...viagens destas,(RE)constroem-nos.

Formação de Animadores...mais que isso!Uma escolha.



De costas voltades para a serra,e com um mar brilhante á nossa frente...assim vivemos juntos,este tempo de encontro.E viajamos sim,ao centro do outro...ao centro de nós.

Aprendemos que a nossa vida,não pode ter tantas vezes os "SE" e os "DEVERIAS"...

Aprendesmos que fazer escolhas,seja um "SIM" ou um "NÃO" ,implica sempre,não voltar atrás,e arcar com as consequências...

Que bom é ser livre... e poder escolher.

Mas então e quando são os caminhos onde entramos, que nos escolhem?Como podemos dizer não?

Houve tempo para pensar,para estar a sós.

Para escutar.Para ser escutado.




Para mim houve tempo para sentir que de cada vez mais me apaixono,por esse amor,que Deus me dá a beber,e eu tenho sede dele.

Por estes dias,a lua foi confidente...e o som do mar,embalou-me...afastando de mim,tantos medos,desejos...que não posso sentir,mas não escolhi.

Sente-se e pronto.Se não fosse assim não faria sentido.


Mas como qualquer mar,que tem ondas,ele trará de novo á praia,o que nele quis deixar...

Estou sentada na areia...não estou longe pois não?

sexta-feira, 3 de novembro de 2006


Viagem ao centro de mim...







E estou de partida...para mais uma viagem ao centro de mim.
É assim que me sinto,sempre que faço a mala,para mais uma formção de animadores.
Num instante chegamos ao 3º ano,com desistências,mas também com muita vontade da parte dos escolheram permanecer,de chegar juntos ao fim desta caminhada,que começou em 2004.
Já somos mais do que colegas de formação,somos amigos,também de outros encontros,de outros caminhos.Mas neste,sabemos que é certo estarmos juntos...
Lá perto daquele mar,imenso,da praia grande...ali onde já vivemos tantas surpresas,tomamos tantas decisões,nos encontramos com Deus e com os outros,e por isso connosco mesmos.
Estou anciosa de vos reencontrar,de saber de vocês,dos vossos corações,o que fizeram estes meses na vossa vida?Na minha fizeram tanto...
Sei que haverá sempre aquela cumplicidade,com os de sempre,e logo mais, aquele leite com chocolate com conversas macias...antes de dormir.
E o som do mar ali ao lado...a lembrar-me o quanto ainda posso dar-me aos outros...nesta vida.
É o que mais desejo.E o que procuro cumprir a cada dia...
É isso que vou aprender...e me tem ajudado muito,a amimar,e a ser animada!!!
E irei, se o tempo me permitir,sentar-me sozinha nesse banco mergulhado em papoilas,que adoro,e deixar que o sol me embale no seu beijo...como sempre faz,quando ali volto.
Há lugares assim...e este, é mesmo aquele que preciso, por estes dias.
O lugar onde Deus me fala,e eu lhe falo,a sós.
Assim eu vou...

Até mais...

quinta-feira, 2 de novembro de 2006


Hoje, não chove lá fora...chove aqui dentro.




A cidade está fria e cinzenta,hoje. E a janela embaciada, pois que perdi a visibilidade lá para fora e tudo o que vejo se resume a um esboço impressionista.
Não sei se da chuva,se dos meus olhos rasos de água,trémula,pronta a escorregar...e a lavar-me a alma.
Esforço-me por esquecer que estou a centenas de quilómetros do paraíso.
Bem, pode nem ser o paraíso, mas tem tudo o que eu preciso para ser feliz.
E hoje,amanhã e talvez nos próximos dias... aqui tudo será cinzento e vou sentir-me um bocado de nada à deriva, em busca não sei bem de quê.Porque não se percebeu o que eu disse.
Eu tinha era que estar aí. É aí que tudo acontece.
Aí reside o princípio e o fim dos meus desejos e
sonhos. É aí que o azul e o verde se juntam, mistura traduzida em largos sorrisos, e abraços fortes. Todos os dias são uma novidade, todas as noites são mágicas.
E eu, não queria mais.Queria só o que temos,construido por nós.
E aqui,pelo menos hoje, já não há nada de novo. Mesmo que limpe o vidro embaciado e tente observar o dia lá fora atentamente, poucos são os pormenores que me provocam algum entusiasmo.E o pior de tudo, o que mais dói cá dentro,é que eu não quis chegar fosse onde fosse.Estava a viver.
Muralha instransponível.Não sei se sou?
A tendência é fecharmo-nos sobre nós próprios cada vez mais. E endurecer a alma.
O ser humano aprende a defender-se, para menos sofrer.
Assim quiseram as circunstâncias.

Mas um dia vamos perceber que as muralhas também caem, basta haver uma força maior que por fim as faça ceder.
Haverá lágrimas. Mas os sorrisos sempre prevalecerão...e o meu estará sempre aqui.Mesmo hoje.

The true is that...

...When wings of a free bird touch the ground, it is a clear sign that they won't touch the sky ever again.
Cativa-me...ou procura-me nas lojas,não vais encontrar!


"- Bom dia, disse a raposa.

- Quem és tu? perguntou o principezinho. Tu és bem bonita...

- Sou uma raposa.

- Vem brincar comigo, propôs o principezinho. Estou tão triste...

- Eu não posso brincar contigo, disse a raposa. Não me cativaram ainda.

- Ah! desculpa, disse o principezinho. - Que quer dizer "cativar"?

- É uma coisa muito esquecida, disse a raposa. Significa "criar laços..."

- Criar laços?

- Exactamente, disse a raposa.

Tu não és ainda para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos.
E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens também necessidade de mim.
Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas.
Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo... Se tu me cativas, a minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei um barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros passos me fazem entrar debaixo da terra. O teu me chamará para fora da toca, como se fosse música.

A raposa calou-se e considerou por muito tempo o príncipe:

- Por favor... cativa-me! disse ela.

- Bem quisera, disse o principezinho, mas eu não tenho muito tempo. Tenho amigos a descobrir e muitas coisas a conhecer.

- A gente só conhece bem as coisas que cativou, disse a raposa. Os homens não têm mais tempo de conhecer alguma coisa. Compram tudo prontinho nas lojas.

Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos.
Se tu queres um amigo, cativa-me! ... "



Antoine de Saint Exuperry in "O Principezinho"

My Sweet November



Entramos em Novembro...
Este é o mês em que vim ao mundo,antecipadamente.Esperava-me o Dezembro,mas achei que nascer no Natal,seria confuso,e lá vim eu.
É também o mês das castanhas,e da água pé.
Do cheirinho súbtil, a Natal...que ainda fica longe.
O primeiro dia deste mês,fica marcado,por uma tarde calma,pelo cheiro a rio.
Pela neblina que caiu ao chegar da noite,pelo passeio lento e sem rumo certo.Pelas conversas que fazem pensar no que ficou,no que se vive,e está para vir,no que morre,porque não cresce...e por este tempo maravilhoso,que só se sente em Portugal...(25º,ás 20h).
Sim,começar um mês,dia 1,e ainda por cima feriado,trouxe-me um sentimento,como o de virar a página de um livro.Não escrito por alguém,mas por mim.
É a minha vida, que vou escrevendo.
Um livro,em que nada se apaga,tudo permanece,nada estagna,mas tudo se renova.
E neste novo capítulo,quero escrever esta história,voando apenas com as minhas asas,e não com as asas de ninguém...porque ás vezes prendemo-nos tanto,ao voo de alguém,e acabamos por cair...em terra de ninguém.
Passos curtos,mas seguros.
Hoje fica um sentimento,como aquele que todos já tivemos,ao iniciar um novo caderno em branco,a primeira página,lisa,macia,pura.Onde apetece escrever.E uma tinta que desliza,que fica ali bem,preceptivel,isso mesmo,que se percebe.Assim,eu hoje,passei a perceber tanto,muito de mim,e do curso natural das coisas.Aceitando-o.Ainda que o questione...
Hoje,depois de muito caminhar á beira rio,entrei no CCB,e fui áté á arte periférica,e encontrei uma prateleira,cheia de livros em branco,prontos a escrever.E como eram lindos,com 1000 motivos,indianos,folhas secas,pintas,sorrisos,crianças.Toquei em todos e mais alguns,abri,folhe-ei,e imaginei ali a minha tinta ás cores...esta,que deixo correr aqui.
Não trouxe nenhum,eram tantos,que me perdi.Para além de caros.
Mas houve um que me ficou na retina,tinha cores,vivas,em tantas formas,reconheci-o.Amanhã mesmo,passo lá para o ir buscar,e começará assim,um novo capítulo,de verdade,onde irei escrever,o que mais ninguém pode ler,o que é mesmo só meu,porque não pode ser de niguém mais.
Sei que não mudarão as palavras,e o sentir,mas ali ficarão guardadas,para não se esfumarem.Não um diário.
Por aqui,neste livro grande e aberto,ficará a tinta de cores,e também um papel limpo...mas com algumas marcas de outras palavras.Como virar a página depois de escrever e estar lá tudo escrito,mas sem se ver.
Contudo,esqueci-me de avisar,que como em qualquer livro,viramos páginas para a frente,mas no meu, também aceito voltar atrás.
Para reler e recordar,nunca para apagar,mas quem sabe reescrever?
November sweet November.

quarta-feira, 1 de novembro de 2006


Para quando?...


Na Primavera, quando os bosques ficam verdes,
tentarei dizer-te o que te quero dizer ...
No Verão, quando os dias são compridos,
talvez tu compreendas a canção.
Pois isto deve sempre ser um segredo guardado de todos os outros,
entre ti e mim.

Haloween







Bruxas,Canibais,diabinhos,múmias,fadas,houve um pouco de tudo.

Foi apenas mais um pretexto para estarmos juntos e sermos crianças...e dar-mos largas á nossa Criatividade.

Não é que goste do haloween...mas com os amigos,todos os dias,podem e devem ser dias de festa.

Para mim,a Tânia,mais uma vez,mereceu a melhor figura da noite.Verdadeiramente assustadora...

Foi assim...uma noite de magia.

terça-feira, 31 de outubro de 2006

SHE
Elvis Costelo / Charles Aznavour

She may be the face I can't forget
A trace of pleasure or regret
May be my treasure or the price I have to pay

She may be the summer sings
May be the chill autumn brings
May be a hundred different things
Whitin the measure of the day

She may be the beauty or the beast
May be the famine or feast
May turn each day into a Heaven or Hell

She may be the mirror of my dream
A smile reflected in a stream
She may not be what she may seem
Inside her shell
She who always seem so happy in a crowd
Whose eyes can be so private and so proud
No one's allowed to see them when they cry
She may be the love that can't hope to last
May come to me from shadows of the past
That I remember till the day I die
She maybe the reason I survive
The way and therefore I'm alive
The one I'll care for through the rough
And ready years
Me, I'll take her laughter and her tears
And make then all my souvenirs
For where she goes I've got to be
The meaning of my life is
She
********************************************************
Ela talvez seja o rosto que eu não consigo esqueçer
Um rasto de prazer ou de desgosto
Talvez seja o meu tesouro ou o preço que tenho a pagar
Ela talvez seja o verão que canta
Talvez o esfriar que o outouno traz
Talvez seja cem coisas diferentes
No espaço de um dia só
Ela talvez seja a beleza ou o monstro
Talvez a fome ou o banquete
Pode tornar cada dia no Paraíso ou no Inferno
Ela talvez seja o espelho dos meus sonhos
Um sorriso reflectido num riacho
Ela pode não ser o que aparenta,
dentro da sua concha
Ela que parece sempre tão alegre na multidão
Cujos olhos podem ser tão privados e tão soberbos
Por ningém podem ser vistos quando choram
Ela talvez seja o amor que não se pode esperar que dure
Vem até mim em sombras do passado
E que eu lembrarei até ao dia da minha morte
Ela talvez seja a razão pela qual eu sobrevivo
O caminho e a razão pela qual estou vivo
Aquela que eu cuidarei ao longo dos anos bons e maus
Eu, eu tomarei o seu riso e as suas lágrimas
E farei deles as minhas recordações
Por onde ela for eu estarei
O significado da minha vida é
Ela

segunda-feira, 30 de outubro de 2006

Os meus meninos...os meninos de Ninguém...



Hoje consegui ensinar,o "ESTOU ALEGRE...PORQUE ESTÁS ALEGRE"...

Sairam portão a fora a cantá-lo e eu senti uma enorme alegria...afinal já eu o cantei em tantas situações...

Tiramos a primeira foto,de grupo,foi uma emoção...digam lá que não são lindos,apesar de indisciplinados...faltam aqui 3 meninos,que tive que mandar dar um volta para arejarem as ideias.CUSTOU-ME,mas teve que ser.Se não imponho o respeito agora,nunca o vou conseguir.

Contudo hj quando sai da sala,já estava tudo em silêncio...e eu sozinha,virei-me para o quadro e não é que me deixaram esta mensagem...não sei quem foi?

Mas soltou em mim um sorriso.

Afinal,não é em vão,o que ali vou dar.Alguém gosta,e precisa.Que bom sabê-lo desta maneira.

Saudades






Saudades tuas.

Tenho sempre, saudades tuas.

E acho que vou sentir ainda e sempre saudades tuas.

E tu estás,aqui.

Imagina um dia,se não estiveres?
Farol...Brilha para mim.






Preciso de um farol.
Um farol na minha noite,que me guie...
Navego num imenso mar...que és tu.
Será que chego a ver esse porto...e a atracar.Ter paz,e então, nada esperar?
Ando ao sabor das tuas ondas,do teu vento,não vês que quero mergulhar?Ir fundo.
Porque sei,que lá nesse teu fundo,há uma luz terna suave,sons que acalmam,e sempre a magia das cores,de que és feito,esses mundos que aì escondes.
Deixa-me ir...

Há muito que o espero.

domingo, 29 de outubro de 2006


Chocolate...hum=(

Chocolate...já não gosto de Chocolate.

Desiludiu-me o Chocolate!

Até nunca mais.

sábado, 28 de outubro de 2006

Chegaram as luzinhas...


Vou a janela,deparo-me com a lua,há dias que não sabia dela.Cumprimento-a.
Sabe-me bem apanhar o ar fresco da noite.Vejo que tudo descansa de um dia que findou.
Há hoje, uma nitidez na noite,um brilho,não admira com o sol que hoje nos beijou...
Solto um pensamento...na noite.Vai direito a ti...ou eu queria que fosse.
Recebeste-o?
Podia soltá-lo no meu quarto,mas assim,tenho a sensação que se expande...
Continuo a observar tudo.Passa a minha vizinha que vai passear o cãozinho,a sua única companhia,aliás,e de roupão,o mesmo roupão azul,de sempre.
Quando vou á janela,não vou procurar nada,mas a verdade é que encontamos sempre algo,novo.
E qual não é o meu espanto,lá ao fundo,bem junto da torre da igreja,vejo luzes,muitas luzes,luz a mais,e penso...para comigo: "Já?"
O primeiro pensamento,foi assim,de que cada vez mais cedo,elas se acendem,nas ruas,viradas para um consumismo,do qual fujo.
Mas logo a seguir,fiquei ali em pijama,parada a olhá-las e como são bonitas...e sorri,porque aproxima-se o natal,mesmo que mo lembrem antes da hora,ele está a chegar,e qual de nós não gosta desta altura.
Sinto aquela excitação meio infantil...
E se os abraços já são fortes,e fazem sentido,quando ele chegar vão ter o dobro da força,e se uma rua era escura,ela pode ficar iluminada com a força do amor,mesmo que ali não haja luz alguma.
Luzes destas,cloridas,mágicas,encantadas...podem não fazer o natal,mas levaram-me a recordar,natais passados debaixo da árvore,a contar as luzes,com a minha irmã,e primos.
Uns contavam as verdes,outros as azuis,as rosa,as amarelas...e assim,as horas até ás 00h,não custavam tanto a passar.
Vou passar a ir mais vezes á janela,por razão nenhuma...e quem sabe,descobrir algo de novo.
A seguir venho a correr, para vos contar...
As luzes...também estão acesas dentro de mim,a partir de hoje.

sexta-feira, 27 de outubro de 2006

Nascente...


Aqui.

Aqui, acampei,muitas vezes.Aqui, vi milhares de estrelas cadentes,e senti o frio da serra,mesmo nas noites quentes de Agosto.Aqui eu cantei,para os outros para mim,para o mundo e sorri sem fim...ouvi concertos de cigarras e grilos matreiros,pela noite fora.Aqui me apaixonei,por DEUS.Aqui, permaneci á volta daquela fogueira,e vasculhei recantos e grutas encantadas,senti na minha pele a pureza desta água,que ali nasce.Assim eu nasci,na alma.E tomei banhos sem fim,de noite e de dia.Aqui,passei a gostar de verde,aqui chorei sempre que tinha de partir para casa,e esperar por mais um verão...aqui, dei o meu primeiro beijo,puro e inocente.Aqui, também já vi tudo coberto de um manto branco.Aqui aprendi também a servir,a cozinhar,a fazer pão,a construir com o que a terra nos dá.Perdi o medo das aranhas,e das lagartixas.Aqui,eu fui-me construindo ano após ano,como em nenhum outro lugar.Aqui,eu vi o mais belo nascer do sol,e rezei vezes sem conta,ao lado dos amigos.Aqui,aqui,aqui...este local que amo,divino para mim.Aprendi tanto...por mim mesma.Faz tempo que não volto...mas quando voltar,quero levar-te comigo,para que o sintas,quero partilhar este tesouro contigo.E aqui,Contar-te todos segredos,voltar a apanhar estrelas,ouvir o rio a correr...

... AMAR-TE...E VOLTAR A NASCER.

Vens comigo?...

So beautiful and wild







"Oh tonight you killed me with your smile
so beautiful and wild so beautiful and wild
Oh tonight you killed me with your smile
so beautiful and wild so beautiful and wild
Through the darkest night comes the brightest light
And the light that shines is deep inside

It’s who you are."

"O amor é paciente, o amor é benigno, não é invejoso; o amor não se ufana, não se ensoberbece, não é inconveniente, não procura o seu interesse, não se irrita, não suspeita mal; não se alegra com a injustiça, mas rejubila com a verdade.Tudo desculpa,tudo crê,tudo espera,tudo suporta."

(primeira carta aos coríntios)

Não creio que tenhamos sempre que compreender.Acho que, ás vezes, precisamos apenas de ter fé.


PORTO...DAQUI EU NÃO VOU...


É com muita pena que não vou poder ir ao Porto,no próximo fim de semana,estar com os companheiros do caminho de Santiago,e com os amigos que se tornaram...e são.

Assim que puder...ai estarei!

Mas sei que juntos farão,sempre, COMUNIDADE,e ALEGRIA,aquela que me ajudou a palmilhar tantos Km...

Abraço a todos,bem apertado.