domingo, 17 de junho de 2007

sábado, 16 de junho de 2007







Do alto do meu leito...sonhei.
















Hoje não era preciso fazer a mala depressa, pois não tinha gente à espera, mas não era fácil escolher as coisas certas para fazer, e ocupar os silêncios que traziam ecos de tanta alegria.
Quase sempre escondida no seu mundo de viagens ao centro de tudo, hoje ela estava prestes a ser devorada por esse mesmo mundo, por essa mesma vontade de partir e ir mais longe.

Acordara tarde e do alto dos seus sonhos e do seu leito, ela, só pensava nisso, não era capaz de se concentrar nos livros que tinha para ler, nas roupas para arrumar, na pressa em almoçar e começar um novo dia,em casa. Havia a mão protectora da sua mãe que tantas vezes a guiava e foi dando a sua ajuda, fazendo-a separar peças, objectos, algunas dos quais mais tarde havia de se perguntar porque os tinha?Hão-de fazer algum sentido...
Remexer nas nossas coisas trará sempre estes ecos felizes e menos felizes.
Sabia que faria sentido guardar tudo, tinha esse sentimento estranho.
Às vezes um velho amigo surge inesperadamente no nosso caminho, como uma estrela que, tendo estado sempre ali, brilha de súbito mais do que as outras e voltamos a olhá-la, surpreendidos.
Traz alívio. Traz sobressaltos desejáveis. Faz-nos redimensionar-nos, deitar fora as pequenas dúvidas que fomos assumindo para nós próprios, porque traz consigo a nossa imagem pura, verdadeira.
E leva-nos, como se soubesse perfeitamente que precisamos que nos leve a algum lado... ou a lado nenhum, desde que nos leve.
E tu apareceste assim. E levaste-me.Tudo isto, eu pensava sentada ao teu lado enquanto, conduzias.
Não se viam havia uns dois séculos. Tantas conversas para ter, tanta confiança para lhe falar, como se viessem de um até amanhã pronunciado na véspera.
Diferentes que estamos, e o nosso afecto dispensa afinidades.
Estava calor e uma luz imensa, que cegava. Era boa, a cegueira momentânea, e a conversa simples, tão simples, quase um bálsamo para a sua alma cheia de cansaços.
Havia muitas coisas, incontáveis, como o agora não posso falar mais, vou desligar; e a resposta que ficara por dar:- mas quem pediu para falar mais? Eu não quero falar mais.
E também o amor, tanto amor, que lhe metia medo.
Fugia de se apegar, escapava-se sempre, tinha a certeza de que seria muito complicado, depois, recuperar-se a si mesma, se o amor não durasse sempre.
E nunca vira um amor que durasse sempre, nem acreditava que houvesse um, e dava consigo mesma a desejar uma coisa em que não acreditava.
Talvez porque era precisamente esse o paradoxo que reinava na sua vida - ela dava e recebia amor eterno.
Sentia que isso era verdade, vivia-o há muito tempo e não precisava da eternidade para ir confirmando o eterno, que é algo que se reconhece como uma cor, está presente desde o princípio, sabe-se.
O meu lugar é aqui, o meu lugar és tu. Sim, ela sabia que sim.
E duvidava. Duvidaria sempre.
Este meu quarto é o pequeno palácio de uma pequena princesa que sonha sem fim.Oh, mas que bom, que bom...!
Os sonos devem ser especialmente repousantes no lugar onde costuma dormir uma criança.E eu considero-me uma, porque tenho muitas dentro de mim.
Pensava assim, embora soubesse que também podia ser o inverso. Lembrava-se dos pesadelos que tinha quando era muito pequena.
Está cheio de livros infantis, bonecas de pano e a cama é uma casinha de madeira para onde terás de subir por uma escadita.
Pensou no seu castelo de luz e cheio de Duendes, que adorava. E sorriu.
O palácio da princesa far-lhe-ia bem, apenas por uns dias. Ali dormiria cem anos como a bela adormecida, impossível de acordar senão pelo beijo do verdadeiro amor. Talvez dormisse para sempre. Talvez muito pouco.
Sorriu outra vez, enquanto pensava que, depois de cair no sono, isso... seria indiferente.

quinta-feira, 14 de junho de 2007

Sto.António já se acabou...Mas foi LINDOOOO!!!





A noite começou pela casa da mana, onde se juntaram conhecidos e desconhecidos...

Comida Vegetariana, comida normal...música do mundo...dança aqui, canta na varanda para a avenida ouvir...em pela Lisboa...

Gente e mais gente passa a pé...para a baixa...













Noite de Sto.António tem magia, mas uma magia que se sente apenas se nos embranharmos nas ruas antigas da cidade.Esta cidade onde nasci, e que amo.

Ruas apinhadas de gente...que canta, dança, festeja...

Ainda regatiei um manjerico, mas andar com ele na mão...a noite toda, naaahhh!!!

Onde,em que sítio do mundo há festa igual?Não há.











Lá fomos subindo, subindo...parando aqui e ali, onde houvesse música para dançar...a noite apesar de chuvosa, tava quente...e dançar na rua...foi do melhor!









Foi no campo das cebolas depois de corrermos Alfama, que ficamos mais tempo...o ambiente era bom...
Dançar até o sol nascer...dançar ao lado de quem não se conhece, mas num mesmo espirí
to...

A cidade não dorme...

O cheiro a sardinha, a bifana...e cerveja fresquinha...

É verdade que a meio da noite perdi a carteira,ou

meteram-me a mão á mala sem eu dar conta??...com multibanco e B.i e o passe...mas nem isso me tirou o sorriso.

Isso faz-se num dia na loja do cidadão...e uma noite de Sto.António é uma vez no ano!E ainda para mais com um grupo de amigos fantástico...que foi óptima companhia!

























Gente de todos os lados se encaminha para o metro...que abre ás 6h...outros procuram um táxi.










O sol nasceu por fim e já queimava...hora de regressar, e para mim feriado...4a feira.
Também nós nos pusemos na fila dos Táxis e mal sabiamos o que nos esperava...

Ao subir a Rua de S.Francisco, vem de lá um um pópó, destravado...e bate em nós, com alguma violência, parte o espelho, amassa a porta do lado do condutor...e Foge.

O taxista mete-se em presseguição pela cidade...penso que não volto para casa viva!

Mas lá vimos polícia e como vimos a matricula, a polícia de mota, lá se meteu atrás do saxo azul...e lá deram com a menina podre de bêbada no Martim Moniz em fuga!

A taxa de álcool ultrapassava tudo o que é permitido...e vá-se lá saber porquê ela continua a negar que bateu, e fugiu...e a ambas as portas cheias de tinta uma da outra...lol!

Lembro-me que eu apenas lhe disse, "Para a próxima vais de táxi para casa...mas cobardia nunca mais!"

Nós cheios de sono...acabámos por vir para casa com esse mesmo taxista que não nos cobrou nada pela corrida e nos pediu para sermos testemunhas...

Lá vou eu pela primeira vez a Tribunal...um dia tinha que ser!Que seja para repôr a verdade e ajudar!

Acabei por entrar em casa ás 8h30 da manhã...podre, mas bem!

Caí em sono profundo e merecido...

Acordo com um telefonema...

Tomo banho, como, saio para a rua...estranho estar ali aquela hora, afinal por aqui não é feriado...tudo se move...

Para mim um dia calmo, que cinzento,não deixou de brilhar dentro de mim...

Terminou na oração.Perfeito.




Fica a foto...tirada por um site qualquer...e cá estamos nós em grande estilo.

Pena tive de não poder estar com todos os amigos, mas Lisboa é muito grande...e os amigos também são muitos e não se tratou de escolher, mas do que aconteceu!Encontros e desencontros!

Obrigado...aos que estiveram!

E viva o Sto.António mais cheio de aventuras que já tive!





terça-feira, 12 de junho de 2007

Bonito.







Bonito...tudo me parece bonito.

segunda-feira, 11 de junho de 2007

Taizé no Algarve...




Fomos, estrada fora, para estarmos junto do ícone da amizade que já percorreu meio País.


E em amizade, se fez a viagem...


Campos extensos do nosso Alentejo acolhiam a nossa passagem...mas o que queriamos era abraçar o Pedro e olhar o azul do mar!


E assim foi, ao chegar a Quarteira, o cheiro a peixe inundava as ruas, e os amigos esperavam na varanda...

















Deparamo-nos com uma casa acolhedora, de praia, e com uma vista assim maravilhosa.



Foi tempo de ir para a praia, enquanto o Paiva e o Pedro ficaram a assar carapaus...para o almoço!Estavam do céu...







Pelo meio da tarde, chegaram mais alguns amigos...e a casa encheu-se de gente, eramos 12...que número bonito!

A parte mais complicada foram os banhos, era uma correira, entra sai, entra sai, 5 minutos a cada um...para tirar o sal e a areia do corpo...bater na porta, esperar...enfim!!











Enquanto isso, esperava-se na Varanda á luz morna do sol a ir embora...
E o nosso Hugo preparou-nos um esparguete á bolonhesa...De comer e chorar por mais, que sobrou!!!



Este homem quando se põe de volta dos tachos...cuidado com ele!






Guardo uma luz que me beijou...guardo os risos pela casa, a areia no chão, as toalhas estendidas de muitas cores, a vida que corria nas ruas em baixo... e o som do mar!

A música...







Jantar ao pôr do sol, é um previlégio, e rodeada de amigos...ainda mais especial foi.

Amigos que já partilharam Taizé, e sabem viver na simplicidade, onde não é preciso haver muito para haver harmonia...e paz.











De Quarteira, saltamos até Loulé...atrasados como sempre...e por fim chegámos á igreja onde nos esperavam, e lá estava ele, o ícone da amizade, que viajou comigo de Zagreb até Lisboa...

Ali começou a oração...e na minha cabeça, pensava o que eu já corri...por ti Meu Deus.

E assim quero continuar...os Km nada representam.

Encontrar lá rostos conhecidos de outros caminhos, Andreia, Pucca!!









E se o nosso Cabrita teve de permanecer no Algarve, e está por isso longe fisicamente, então nós fizemos caminho até ele...por ele e com ele.
E assim será...

Mais do que a praia em si, o sol, e o descanso...para mim valeram estas coisas, tal como as pessoas que nos acolheram...com pequenos grandes gestos...



A noite a seguir á oração, seguiu por Quarteira, onde alguns permaneceram na praia, até amanhecer, cantando, e outros foram para a varanda conversar e apanhar o ar fresco da noite, mais o som das ondas!

Adormeço por fim...


A manhã aparece-me com muitas vozes em casa...há agitação, tudo come, tudo se prepara para ir para a praia...

Que bom acordar assim.
















E eis que por fim tudo tosta ao sol do 12h...

Ora bem...indicado.




















Uns com factor de preotecção 2, outros com 60 como eu...enfim!

Banhos comunitários, banhos mais isolados...

Ondas de 80 cm, onde me afogo...mergulhos na areia...










Mas o meu momento, foi aqui com estas duas meninas, que só porque souberam estender a mão e compreender, fizeram do meu dia, um dia muito mas muito mais especial...elas sabem porquê.

Ás vezes nem sempre, são aqueles que estão perto, que nos sabem ler a alma.
E como a lemos e soltamos, naquele mar, fizemos a baleia branca, dançamos, cantamos, tivemos hipotermia, andamos atrás das correntes quentes...e fugimos das frias!




Obrigado...



E obrigado também á dona Laura, aos pais e avós do Cabrita, que nos mimaram até á última...
Há momentos que valem a pena, e que não importa o tempo que gastamos neles...
Foram intensos, recordaram-se tantas coisas, e em comum, Taizé.
E quando Crescer, vou querer ser uma Dona Laura, receber toda a gente a sorrir e ter 1000 histórias para contar...e AMOR,AMOR...para dar.






O hugo com os seus brincos de cereja...que doces eram!



A viagem foi feita pela tardinha...com tons laranja, e "Fields of gold" dentro de mim.
O pôr do sol, deu-se quando parámos...ainda o pude comtemplar...escassos minutos, os suficientes para saber para onde vou e o que quero.
A noite entrou, entraram...as estrelas também...Lisboa surge.
Fecho os olhos, cheiro ainda..... a Mar.















sexta-feira, 8 de junho de 2007



FÉ, FÉ, FÉ...






Fé.
Essa que sempre me acompanha no correr do meu sangue.
Essa que quero que vocês tenham agora.
Não me falem da que já vos pertenceu um dia, e da que esperam vir a ter.
Falem-me da que agora vive ai dentro a pulsar.
Sem ela eu não consigo caminhar.E falo nos dois sentidos da questão.Caminhar na vida, e caminhar com os meus pés.( Se é que há diferença entre eles...?)
Chego ao fim de uma semana de muita, muita coisa para resolver não só prática mas na minha cabeça.
Coração aberto para quem chegava para falar...para quem ligava.Disponibilidade total, como sempre.
Tantos amigos que me foram visitar esta semana ao trabalho...soube tão bem.
Habituada a ver entrar pela porta os pais, quando se vê olhos fundos e ouve uma voz familiar, é bom.
Há um reconforto...um lembrar do outro mundo que amamos, e onde somos chamados ás vezes urgentemente...foi o que senti.
Problemas que a todos vão surgindo...vários.


Mas queria dizer-vos,mais uma vez, porque acho que já o sabem, que essas dores deixam de ser apenas vossas, e passam a ser minhas também, na medida em que rezo por vocês, e vos trago presentes dia e noite, muitas e muitas vezes.


E desejo de todo o coração o melhor dos finais...


Vocês sabem quem são...





Revol sonhador...Acredito contigo... basta um sorriso nosso...


Minha gnoma... com olhar de anjo, sempre ai, basta um sorriso nosso...


Minha duende...vai passar, nada de medos...


Benny...que força de mulher.





E a muitos, muitos...que amo e acompanho, longe ou perto.


Tenho apenas 2 mãos, 2 olhos...e uma vida para dividir...e entregar, mas um coração que vos segue, adivinha e com vocês deseja...ai tanto.





Mas confesso preciso descansar e olhar o azul...o verde e este partir todos os fins de semana, sabe-me bem.Renova-me.Porque os aproveito até ao tutano...e volto sentindo que vivi.
Amanhã e com muitos dos que amo, parto para beber do sol Algarvio, rezarmos juntos e aproveitarmos a tua presença Pedro...nunca estarás longe.


Que bom.


Espero regressar com nova luz, para vos dar...e com uma, apenas uma decisão, enterrada na areia.





(Digamos que na areia há sempre a possibilidade de o mar a colocar a descoberto e a fazer viajar por outras paragens...e um dia volto a encontrar o que enterrei?)


Até breve...








terça-feira, 5 de junho de 2007

Song to the siren...













On the floating, shipless oceans


I did all my best to smile'til your singing eyes and fingers


drew me loving to your isle.


And you sang,


"Sail to me.Sail to me.


Let me enfold you.


Here I am.Here I am waiting to hold you.


"Did I dream you dreamed about me?


Were you here when I was full sail?


Now my foolish boat is leaning.


Broken lovelorn on your rock.


For you sing,


"Touch me not.Touch me not, come back tomorrow.


"Oh my heart.


Oh my heart shies from the sorrow.


Well,


I'm as puzzled as a newborn child.


I'm as riddled as the tide.


Should I stand amid the breakers?


Or should I lie with death my bride?


Hear me sing,


"Swim to me.Swim to me, let me enfold you.


Here I am.Here I am, waiting to hold you."

De entre aquilo que eu Guardo...
(Uma rosa em Veneza...guardada.)


As minhas coisas favoritas estão quase sempre guardadas há muito tempo e cheias de pó.


Gosto de procurar memórias dentro de caixinhas, abri-las e dar com as flores murchas que foram causa de tantas coisas, e é bom que estejam debaixo da camada de pó-esquecimento-parcial, que as torna outra vez surpreendentes.
Sempre gostei de flores murchas. Têm qualquer coisa que as remete para o domínio do maravilhoso, uma fragilidade que sabe ser persistente, linda. Hastes que quebram facilmente, cores desvanecidas, um aroma subtil, distante.



Nenhuma dor intolerável, mesmo que seja a flor de um rompimento.


Tenho muito cuidado com as minhas flores mortas, para não se estragarem, para continuarem a trazer, intactos, os momentos especiais a que estão associadas.


Momentos em que fui, e fui de um ser tão verdadeiro, que é bonito!



Oh, mas há também as flores frescas! Não estão metidas em caixas debaixo de uma camada de pó-esquecimento-parcial.


Estão soltas, e - claro! - vivas, não me pertencem, apenas as encontrei... ou elas a mim.


São exigentes, voluntariosas, afligem-me. Palpitantes, têm espinhos onde corre seiva viva e cravam-se-me fundo, fazem-me sangrar e o meu sangue junta-se à seiva, num líquido-verdade, que dói, dói, dói! Uma dor inquietante.


E dizem: «Encontrei-te no tempo sem tempo», ou então - «vem, eu estou aqui, quero-te».


Têm o aroma forte, inebriantes as cores.


Ai, como são persuasivas, tão perigosas.
Estão no mesmo plano temporal que eu, não é preciso que ocorra um improvável rasgão no tempo para me levar de volta ao passado, o seu apelo é - «agora! Agora!», e sim, eu quero, de um modo descrente, mas quero mergulhar nas pétalas frescas, com a beleza e os perigos.Inteira.






Apesar de todo o meu desejo de hoje abraçar as flores da minha vida, não esqueço as caixas de memórias desarrumadas e poeirentas, onde jazem as flores mortas que me fazem ainda sorrir suavemente.


Porque sou contemplativa e sei que é tão fácil perder-me no moto perpétuo de ser-hoje.


E o que eu sinto é: «Não tenho tempo para mim agora»!
A verdade é que o passado me fascina profundamente. E, se penso em mim, então estou apaixonada pela Rita do passado, tal como daqui a umas décadas vou estar apaixonada pela Rita que sou hoje, tão aflita com as rosas vivas.



Estas, depois, serão como as outras, irremediavelmente mortas, guardadas ao pó, desvanecidas... Mas - ai! - a diferença é que nunca se tornarão indolores.


Porque é em busca delas que tenho andado há tanto tempo. Será insuportável tê-las deixado morrer, e depois não poderei gostar, nem sequer um pouco, de uma Rita que não tenha caminhado hoje sobre as suas rosas, apertando-as, não de encontro ao peito, mas dentro dele.
Por isso vou misturar-me com elas, já. Agora.





Sim...

segunda-feira, 4 de junho de 2007


Ananil...


Ananil, é mais do que um moínho...

Para já ficam os registos...as palavras, essas brotarão a seu tempo...















A chegada


Uma viagem, um caminho de terra batida que nos levou a um recanto...mágico.











Montar a tenda...e jantar!



O sol a despedir-se e a tenda para montar!













Os brilhos da noite...

















A música, a libertação...a dança na terra...o artesanato...











O fim da noite com a lua, as estrelas, ar fresco, e grilos a cantar!























O acordar...



Junto ao rio, com um sol meigo...e cerejas...














Crianças por lá...





Montemor-o-Novo...



A visita á cidade...apalaçada, a açorda alentejana...a sombra, o calor...







Um salão de baile, encantado...e com pó...








Subida ao castelo...



A vista sobre a cidade...














Recantos...






O regresso...


Pela estrada fora...as boleias, um mapa...










Desmontar a tenda...

Descansar...em jeito de despedida.








E lado a lado viajar.



(Claro que não tenho apenas isto para partilhar...há muito e muito mais...que os olhos da alma focaram, mas nem sempre o que os olhos focam, chega a tempo ao coração...para poder contar ao mundo, o que sentiram...)