quarta-feira, 7 de janeiro de 2009



New years day, and our Family, Frank's House!




O nosso dia de Ano novo, foi passado em família.Com aquela que nos calhou, neste dia, neste encontro.
Foi um dia calmo, frio, mas de paragem, depois de dias sempre a andar e a cumprir o programa, hoje era tempo de olhar para o novo ano que começava...de forma mais calma.
Depois da missa na parte da manhã, foi tempo de ir para casa e ajudar o Frank, a preparar o almoço para 10 pessoas!



















E assim, distribuimo-nos pela cozinha e pela sala, e tudo se fez num instante...havia no ar um espírito de entreajuda e o Frank, sabe receber de uma forma que a todos nos surpreendeu...





Tudo estava preparado para este almoço de dia 1, de forma demorada e calmamente á mesa, podemos conhecer melhor, este Frank que nos acolheu...de braços abertos, sem nos conhecer.
O Frank que já foi comunicador, que já foi educador de infância, que agora é enfermeiro, que tem 5 filhos, e o 6º é adoptado, o frank que se retira para a montanha para reflectir num mosteiro e que partilha connosco as histórias mais belas que ouvimos atentamente.O frank que está sempre a aprender e que tanto nos cativou.




Eu sentia-me quente por dentro, e pensava também na minha família, neste dia, o primeiro de um ano que nos vai trazer tantas coisas...tantas vivências, sentimentos, caminhos.Cada novo ano é uma promessa...um desafio por vencer...mas que nos faz pensar.








Brindámos á vida, e eu em segredo á amizade, á união entre os povos, a todos os desejos no meu coração.






Foi um dia tão bem passado entre todos, que nos sentimos em casa.







Lá fora impacientes, estes 2 tentavam entrar...agitados.Mas ao que parece a regra é que eles não podem entrar, mesmo assim numa das noites frias, um de nós compadeceu-se do gato e lá o foi buscar para dentro, para dormir com ele.











A relva no jardim acomulava gelo, e houve quem andasse de havaianas...







E este jardim, tinha também uma casinha de duendes, ao fundo...
Logo após o almoço e depois de arrumar a cozinha, foi tempo de descontrair, de ficar á conversa, de cantar, de saltar no trampolim...sentir o cheiro do dia, e a calmaria que ali se sentia.


















O André, encantado...






Uma imagem que nos transmitiu tanta paz...estes dias.Sobretudo neste dia.








E longe do frio, ali estivemos quase a dormir a sesta, depois a cantar e por fim a partilhar tantas coisas com o Frank.










E das duas uma, ou ele nos queria por a dormir, ou alegres, pois não parava de nos servir vinhos e licores que gentilmente tinhamos que aceitar...e que nos fez ficar moles, e com vontade de dormir.Alguns dormiram uma pequena sesta, pois o cansaço acomulado fazia-se sentir, outros como eu, deixaram-se ficar, pois dormir, para mim seria perder tempo, palavras, as horas deste primeiro dia...do ano de 2009, em tão boa companhia.










Os resistentes!






O Luís dando-nos música...







Foram estes rostos, que sabem tão bem como eu, como foi importante esta experiência...
O dia escurecia e a oração e o jantar na Expo, com os 40.000 esperava-nos a última do encontro...e mais uma vez, nos fizemos ao caminho juntamente com a multidão.





Primeiro percorrer o longo caminho com o Atómio...sempre em vista.


E depois do jantar, finalmente, parar, pela última vez neste encontro e ouvir Deus, estar com ele, agradecer-lhe...
Lembro que ali ficámos em silêncio largos minutos depois da oração terminar.E este silêncio era tão bom de sentir.Fui á cruz, estava pouca gente, sentei-me junto dela...e aquele calor, invadiu-me, revelou-me...essa força que trago comigo, que se contagia.















Depois da oração da noite, combinámos com o Frank, beber um chocolate quente, na baixa da cidade.O que acabou também por ser uma mini visita guiada ao centro histórico de Bruxelas...









Eis o famoso, e pequenissimo Manacan Pis...








Cores...em mim.








O chocolate quente na Maison des Crêpes, uma casa com mais de 100 anos...








O sentidos do Duarte...








E esta é a Irmã do Manacan Pis...na outra esquina...








O frio era demasiado...mas cedo regressámos a casa, onde ficámos á conversa...na cozinha.




O dia seguinte era o dia da partida.







Desde que participo nos encontros europeus, já pude experimentar tudo, desde dormir no chão, partilhar o espaço com 20 pessoas, ter um chuveiro para os 20, já fiquei longe de tudo, já fiquei perto, já partilhei de tudo, e nestas coisas, vou aprendendo que independentemente, das condições que possamos encontrar, quem acolhe acaba sempre por dar tudo e o melhor que tem, assim acontece connosco que chegamos, tentamos dar o melhor e tudo o que somos, a quem nos recebe.
Pouco importa como e onde vamos ficar, se sabemos que quem nos espera, confia como nós confiamos desde o momento em que deixámos a nossa casa e o nosso País, que o que fica deste encontro com o outro, o Deus que nos une e a sua cultura, é uma ligação bela e que em tudo transpira, PAZ.







1 comentário:

Anónimo disse...

Tantas fotos,
E tanta cor!
Tanta magia!
E tanto AMOR...

Bem-hajas, "Covinhas" *