quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Sweets for you.









Hoje recebi um telegrama de chocolate.Eu e a minha colega de sala.
Recebi-o na porta do colégio e fiquei intrigada, dizia Rita e Paula, (berçário) mas assim que abri, percebi que a mensagem era da mãe de uma criança, que nos quis agradecer de forma doce e original, o nosso trabalho com a sua pequenina.
Foi um bom momento, abrir a caixa e ler: "Adoro-vos_ ás_ 2_S-"Os espaços eram chocolate branco.

Foi um gesto tão bonito, e que nos faz sentir que de facto o nosso trabalho, é reconhecido.E reconhecido por quem nos confia as vidas dos seus tesouros.

Talvez envie uns telegramas este natal...
http://www.sweets4u.pt/


E nunca as palavras foram tão doces.

domingo, 13 de dezembro de 2009

Resumo do fim de semana.







Pai.Um jantar inesperado. Mimos. Cafézinho. Conversas sérias. Conversas a brincar. Mp3. Risos (muitos). Uma garrafa de vinho. Uma manta quentinha. Música.Tempo para mim. Ainda mais risos. Frio na rua.Céu limpo e estrelado. Abraços. Chá e torradas no Saudade. Capuccino e bolachas.Fim de Domingo com um filme.
 


É preciso tão pouco para ser feliz.


William Fitzsimmons - "If You Would Come Back Home"


William Fitzsimmons - "If You Would Come Back Home"





 Hoje, encontrei o meu pai, um pouco melhor, mas ainda no mesmo quarto, isolado e escuro.Custa-me abrir a porta e vê-lo assim.Hoje tinha a mão na cabeça, como se estivesse a pensar.O seu olhar era vago e distante.Os antibióticos são fortes, e a infecção que o colocou ali no isolamento, não cede.

Levei-lhe uma árvore de natal pequenina, um cedro verdadeiro, em miniatura, enfeitado, para alegrar o espaço e lembrar-lhe que sim, que estamos á espera dele aqui em casa.E sentimos a sua falta, mais do que tudo.
Hoje passei horas com ele.E todas as horas do mundo, parecem poucas para tudo o que gostamos de dizer.E voam. 
Acabo sempre por conseguir que dê umas boas gargalhadas.Rir faz bem.Acaba sempre por me fazer perguntas, sobre diversos assuntos...e sinto que acabo por ser uma golfada de ar fresco naquele quarto, que é sempre igual.

A hora de vir embora, é difícil.Quem me dera que nunca chegasse.

 Tudo indica que vem passar o Natal a casa, mas ainda não sabem dizer ao certo.
Mas de uma forma ou de outra, vou passar o Natal com ele e isso vai ser maravilhoso.=)
A Polónia, é ainda uma incógnita.Aliás, como algumas coisas por estes dias.
As respostas, acabam sempre por chegar.
I trust.

sábado, 12 de dezembro de 2009

Hoje, vou passar horas com o meu pai.
Sabe tão bem dizer isto!

Até logo.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Da fria e bela Estónia...

A imagem foi tirada, pelo JP, que está muito FELIZ, na Estónia.




As imagens têm 3 meses de diferença.Tudo muda tão depressa.
Mas a base ou a raiz de todas as coisas, não muda assim.

Achei curioso, e é um execelente postal, que me incentiva a ir visitá-lo mais dia,menos dia.
E tudo, porque tenho a certeza que este sitio tem magia!









(O frio já chegou aqui também.)
Sonhos e Pesadelos
 





Ando um bocado assim: incapaz de me focar nas coisas mais importantes, pressionada com coisas por fazer de todas as direcções, esmagada por ter o meu pai assim e saber que sofre.Esmagada por uma peça de teatro que não estou a ser capaz de assimillar porque não faz sentido algum...Apenas porque é natal e há que mostrar trabalho feito,quando o natal devia acontecer entre as pessoas...de coração aberto.Porque hoje até se tem a sensação que sim, que aconteceu, mas logo no dia a seguir, tudo se desfez.

Hoje,sei que não dei o meu melhor no trabalho.Mas a cabeça estava longe dali.Não encarnei uma qualquer personagem de Pai Natal...ou estava com energia suficiente para dançar e abanar-me...E nem sequer fiquei triste por não ter conseguido fazê-lo - fiquei, isso sim, envergonhada comigo mesma,por não conseguir superar estes dias menos bons, mesmo que só eu conheça as razões. Porque dizer que se tem um Pai doente é uma coisa, mas quando se sabe á partida que o vamos perder é outra.E não o podemos partilhar assim, com muita gente.Tenho pena de não ser boa assim em tudo, mas dou o meu melhor.Apesar de hoje não ter dado.
Estamos fartos de saber que a pressão para mantermos a compostura e não cedermos à tristeza é enorme porque é suposto sermos todos fortes. Só que eu, como consequência de não ceder um bocadinho diáriamente, tenho dias em que simplesmente quebro, em vez de vergar. 
E eu desejo apenas ser como canas por onde passa o vento.


quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

A Madalena tem um diário

A Madalena tem 18 anos, um riso contagiante, uma família fantástica que a adora e idolatra, e tem, acima de tudo, a maior coragem do mundo. Um cancro não é justo aos 60 anos, muito menos aos 18 quando se tem a vida inteira pela frente. A Madalena tem um diário e com a sua garra de leoa dá uma grande lição de vida a muita gente. Passem por lá. 
O apoio e a força nunca serão demais. 
Da minha aldeia

Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver no Universo...
Por isso a minha aldeia é tão grande como outra terra qualquer
Porque eu sou do tamanho do que vejo
E não, do tamanho da minha altura...

Nas cidades a vida é mais pequena
Que aqui na minha casa no cimo deste outeiro.
Na cidade as grandes casas fecham a vista à chave,
Escondem o horizonte, empurram o nosso olhar para longe
de todo o céu,
Tornam-nos pequenos porque nos tiram o que os nossos olhos
nos podem dar,
E tornam-nos pobres porque a nossa única riqueza é ver.



Alberto Caeiro

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Cor e luz...






Hoje, fiz finalmente a árvore de natal.Tirei para fora todos os enfeites e adereços, relativos ao natal.
Sei, que não fazem o natal.Mas aquecem, iluminam e sobretudo, recordam natais anteriores...que recordo com saudade e um sorriso.Foi isso que vi em cada detalhe...dei comigo, parada com alguns enfeites nas mãos a recriar na minha cabeça, os cenários onde estiveram.
Este ano, voltam a sair da caixa e a dar vida ao espaço.Porque sim, porque desejo assim.
Alguns estão velhotes e quanto mais velhotes mais gosto deles, mesmo sem cor e brilho, fazem parte da história da minha família...e as vezes que adormecia na sala a olhar para eles...
Agora, apesar de ser meia noite, vou com o Paulo, caminhar á beira rio e respirar o ar desta noite, véspera de feriado...que o tempo é escasso.
Amanhã espero poder ler, o meu novo livro,"A melodia do Adeus", de Nicholas Sparks, tomar o pequeno almoço com calma e  sentir a paz de um dia sem pressas.Talvez vá até á baixa caminhar  e sentir o movimento, que estou a precisar.

(Cá entre nós, estou um pouco cansada de pessoas irónicas e sempre iguais...todos os dias!
Bahhh... que cinzento.É que quando lhes estala o verniz, tudo se percebe...e é tão feio ser-se assim.
Sabem que mais?
Feliz, pelos amigos que tenho.E já agora pelo que sou.)



Bom feriado.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

 Facto.


Não vale a pena insistir em gostar de quem não sabe gostar de nós.

(quantas vezes é que é preciso repetir, hein?)

domingo, 6 de dezembro de 2009

Tarde de Ontem








Quando entro no átrio do Hospital, reparo na árvore gigante que está no centro.Aquece o espaço.
Dirijo-me para o balcão e recebo a senha, e começo a caminhada pelos corredores, até chegar ao piso, onde está o meu pai.Aquele caminho, dá tempo para nos prepararmos de certa forma.

Respiro fundo e peço força.Á medida que me aproximo do quarto, o último do corredor, abrando o passo.Visto as 1001 coisas que me mandam, e fico verde dos pés á cabeça.Não o posso abraçar, beijar ou tocar, e não sei como vou gerir aquilo.Ele apenas me vê os olhos mas o sorriso não.É nestas alturas que tenho a certeza que os olhos falam e muito.
Abro a porta e encontro-o sentado no cadeirão, com um ar abatido e cansado.Quando me vê, fica com os olhos mais abertos.Só me sinto tentada a abraçá-lo.Mas não posso e isto é para o seu bem, mas de uma crueldade...
O quarto é verde escuro, de azuleijos e apenas com a sua cama.Não tem mais nada.

Sento-me na cadeira á sua frente.E ali devo ter ficado 2h, seguidas a conversar.Fez-me perguntas, riu-se com as minhas histórias, mas o ar grave e sério, causado pela dor e desconforto...não o podia disfarçar.
Das coisas que levei, apenas comeu algumas uvas.A vista da janela, para a minha cidade, levava-me para longe, por vezes, os carros movimentavam-se lá fora e a vida segue apesar de tudo.Quem passa na estrada, não sabe e nem conhece as histórias que ali dentro estão...mas quando eu passo nessa mesma estrada, sei que ali está a pessoa que mais Amo.Sei a janela exacta.

Entretanto adormeceu.A medicação provoca isso.Aproveitei, desliguei a luz e desci ao bar para jantar.De caminho entrei na capela, vazia e á minha espera.Ali tive uma grande conversa com Deus.Devo ter estado 30 minutos ausente deste mundo...
Depois comi uma canja, um salgado e bebi um sumo.Subi novamente, fardei-me outravez e o jantar tinha chegado para ele.Mal comeu a sopa.Não quis o prato.Assim vai enfraquecer, mas a sua barriga está cada vez mais inchada e dura.O som que provoca quanso bate ao de leve nela, é oco.Fá-lo para me mostrar que está assim e depois lamenta.Como eu lamento, como lamentam alguns dos que o Amam.
Em conversa, diz-me que a minha irmã, vai passar o Natal com o Namorado e a família dele.Nesse instante, senti na sua voz, mágoa.
Afinal, qual a pessoa, que tendo o seu pai em fase terminal, deixa a família, ainda para mais no natal?
A minha irmã.
Mas isto não me surpreende.Quando não consegue lidar com uma situação, foge dela, em vez de a enfrentar.
Só espero que esta dor, não se junte a todas as outras que o meu pai já tem de suportar.
Por ali fiquei mais algumas horas.A noite já tinha caído lá fora, fazia tempo e ainda demos umas boas gargalhadas, relembrámos alguns episódios da minha infância...e ainda houve tempo para o ver de lágrimas nos olhos.Conrive as minha e não sei porquê?Mas fi-lo.
A despedida foi, a mais fria que já alguma vez tive.Fiquei de pé, junto á cama e pus-lhe a mão no joelho, apertando-o.Vontade de o abraçar.Depois caminhei para a porta devagar e hesitei em sair.Fiquei ali a olhar para ele e a dizer baboseiras.Apenas para me demorar mais tempo, com a sua visão nos meus olhos e na alma.

Saí, rasguei as batas e máscaras, desinfectei as mãos e comecei a caminhar para a saída.
Ali o deixei.E o que mais me custa, sozinho e isolado.

Nessa noite, ainda, estive com a Inês.Andamos á procura de um telemóvel, para o meu pai e um rádio a pilhas, para se distrair mais um pouco naquele quarto.Eu também me distraí.

Obrigado Inês, pela companhia, pela paz que sempre me dás.Desde sempre.
E assim, terminou o meu Sábado.Dia feito de diferentes emoções...lugares e realidades.
Quando chego á cama, fico sempre  a gerir tudo.Tomo decisões e acordo mais leve e pronta para mais um dia, de VIDA.

Ontem tomei mais algumas.E não vou voltar atrás.
Passado é passado.






Always on my mind...

sábado, 5 de dezembro de 2009

Sábado a meio


A única coisa que posso fazer é escrever.Por isso vou fazê-lo.

O dia acordou cinzento.Havia chuva  na janela.
A notícia chegou pela minha mãe.O meu pai está mesmo muito mal.
Chegou a uma altura em que tem que estar sozinho.Clinicamente, eu sei o que isto quer dizer.Mas não o quero dizer, para mim, nem para ninguém.Pois se o disser,torna-se mais real.

Apesar desta notícia, ter despontado em mim, algum medo, e tristeza...arranjei-me e saí para a rua.

Hoje já fiz tanta coisa, já andei pela baixa, cheia de crianças com balões laranja pela mão...já vi a peça o feiticeiro de Oz e deixei-me tocar pela fantasia.Ali na 1a fila, onde até os passos em palco se sentem...com a Mariana mesmo ao meu lado, de olhos a brilhar e a sorrir.Eu também sorri e senti cada gesto, mas não podia esquecer-me do meu Pai.

Já respirei Natal, quando vi famílias inteiras a passear por ali.
Já chorei também, pois não sei como vou encontrar o meu pai, esta tarde.Tenho o coração nas mãos...a bater forte.
Comprei uvas brancas como ele gosta, arroz doce e um pão de deus.Levo o portátil para meter música, pois ali no isolamento, não há TV.
No entanto, nesta pausa para vir almoçar, não podia deixar de escrever, que o que se sente nestes momentos é medo.Medo de perder aqueles que Amamos e Frustração por não podermos agarrar as suas vidas.Sai-nos das mãos, se é que alguma vez esteve nas nossas.Creio que apenas está e sempre esteve, nas de Deus.
Fiquem a torcer por mim.





Há noites geladas.
Hoje foi uma delas. 
 



 





Lembro-me de estar hoje, em pleno Rossio, cheio de luz, e gente, depois da oração de Taizé.Lembro-me de sentir-me apenas um pontinho insignificante no meio de tanta gente, e agitação.

Lembro-me que cheguei a casa e quis escrever, mas não podia dizer tudo de uma vez.

Amanhã depois do teatro,"O feiticeiro de Oz" com a pequena Mariana e a Isabel, no Politeama, vou passar a tarde toda com o meu pai.Matar saudades.Levo o portátil e vou ESTAR.

Tenho que me mascarar até ao tutano.Máscaras, batas, luvas, tocas...para o proteger de infecções.
Não tem defesas.Está no isolamento.
E nada melhor do que ir e isolar-me com ele, também.

No domingo, reunião de preparação para a Polónia.Espero que corra tudo bem.Aqui começam os passos, para uma longa caminhada.



Só espero conseguir descansar também e deitar fora esta dor de costas que me acompanha.Hoje, foram comprimidos e emplastros adesivos.E nada.Não passa.Falta a massagem...vamos ver.


E segunda feira, recomeçamos.



Bom fim de semana!

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Dia quase perfeito e inesperado...





Se vos contasse como começou o meu dia, nunca iam acreditar, que terminaria assim.Tão calmo e feliz.
Acordei muito para lá da hora normal, mas mesmo assim, cheguei mais cedo ao colégio do que o habitual.Não sei explicar, este facto.Saltei da cama e em 15 minutos estava na rua.Pensei que o dia me ia correr mal, porque por norma quando acordo assim, em sobressalto, o dia nunca chega a acordar.
Mas desta vez, acordou.
Entre enfeites de natal, cenários para a festa, e os meus bebés, houve tempo para rir, abraçar, e compreender acima de tudo, algumas atitudes.Partilhar também.
Quando saí do trabalho, apanhei o autocarro para a baixa e embrenhei-me em multidão, no fim do dia e no fumo das castanhas...

Era isso que me aptecia, acompanhada pelas luzes de natal que iluminam Lisboa e a tormam mais bonita.
Desci a avenida da Liberdade, a pé, ( eu...sim!), levei 25 minutos, porque fui com muita calma, mãos nos bolsos, música nos ouvidos e pensamentos a fluir.Nada melhor, podia ter feito hoje.Vi tantas coisas, tantas expressões, realidades.Desde mendigos que dormem nos multibancos, ao luxo exuberante dos hotéis da avenida, onde as mesas escrupolosamente postas com velas, esperam os clientes.E eu passava e ia pensando em mim, na minha família, no Natal, que se aproxima a passos largos e em tanta coisa que me enche a cabeça neste momento.

Sinais vermelhos, embaixadas, manifestação, taxistas em espera e á conversa.
Ao fundo da Avenida,olho para trás e vejo a árvore gigante a brilhar.Está bonita.As árvores com brilhos que escorrem como água.E no céu uma lua cheia, prometida, que admirei sozinha e me fez companhia.

Chego ao Rossio, penso jantar e depois dar uma saltada na Fnac, para ver os Monte Lunai que actuavam hoje.
E é aqui que tudo muda, quando á minha frente, salta a Ana a sorrir.Ela ia comer sozinha por ali e eu também.Jantámos juntas...com conversa da boa.
Percebi, que a seguir era a peça para a qual já me tinham convidado e eu recusei...e ia encontrar alguns amigos por lá.Resolvi ir e foi a melhor escolha.
Apesar da surpresa por quem não me esperava, foi bom estarmos juntos.
Acabei por me juntar a eles para ver o monólogo “O ano do pensamento mágico” que marca  o regresso de Eunice Muñoz ao palco do Teatro Nacional D. Maria II, de onde estava afastada desde há nove anos. 











Com a sala completamente cheia, Eunice Muñoz, foi aplaudida de pé durante vários minutos no final da peça, onde os meus olhos retiam lágrimas e me faziam ver tudo a tremer.

“O ano do pensamento mágico”, de Joan Didion, conhecida escritora e argumentista norte-americana,a peça inspira-se na experiência pessoal da dramaturga e surge no palco do TNDMII numa encenação de Diogo Infante.
Foi assim, que depois saí do teatro com a alma larga e uma sensação extraodinária de libertação, de diversos sentimentos, por tudo o que estou a viver com o meu Pai e reconheci em cada palavra.

Aquilo que podia ter sido muito pesado, tornou-se numa enorme partilha.Como se a Eunice, tivesse dito tudo aquilo que eu já sei, senti e sinto, e me fizesse uma festa na face, lá do palco onde ela estava, para o meu lugar no escuro, onde nem sabe que eu existo ou a história que tenho.
Esta senhora de 81 anos, continua uma Diva do palco, e prende-nos a atenção depertando em nós tantas emoções, sem sair do lugar.Apenas o seu olhar, expressão, sorriso, lágrimas e atitude.

De facto cada um se revê de forma diferente naquilo que encontra.
Ao chegar a casa, uma conversa virtual com a Alexandra.Das nossas.

Uma boa forma de acabar o dia, que foi assim um dia quase  "  perfeito"   e com muito inesperado pelo meio.
Para ser perfeito, teria que ter visto e estado com o meu Pai.





 (Apesar da dor nas costas que me acompanha há 3 dias e teima em não passar com analgésicos.)

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Breve suspiro meu

Tenho saudades do meu Pai.
Muitas.


Noite quentinha...em família.









Obrigado Márcia.
Queria só dizer isto.Ontem foste luz.
Partilhando o teu mundo...deste cor e calor ao meu. 
Há dias assim em que a chuva não é só lá fora, mas também dentro de nós.


Abraço forte.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Ólafur Arnalds - Ljósið (Official Music Video) from Erased Tapes on Vimeo.



Cor.Tudo o que preciso é de Cor.

O meu coração, bate com Cor.

De Taizé!

"Caros amigos

Espero que estejam bem !

Eu estou bem. Ainda estou em Taizé: estive apenas duas semanas em Poznan
depois do Verão e agora só lá volto em meados de Dezembro.
As notícias de Poznan têm sido bastante animadoras:
há muitos jovens cheios
de entusiasmo a preparar o Encontro em cada paróquia.
Penso que todos osparticipantes serão acolhidos em famílias,
como já vem sendo tradição nos Encontros Europeus na Polónia.
Venham preparados para se separarem, pois haverá imensas famílias,
que só acolherão duas pessoas! E algumas só uma...
Mas num mesmo prédio, haverá provavelmente várias famílias a acolher.
O Parque de Exposições (enorme!) é no centro da cidade, mesmo em frente à
estação central de comboios: tem todas as condições para termos um belo
Encontro.
Mas acho que será importante irmos preparados para o frio: os
irmãos que lá estão dizem que há igrejas que não são aquecidas...
No entanto, os polacos gostam de dizer que no ano passado, no fim do ano,
estava mais frio em Bruxelas do que em Poznan!

Em anexo, envio também uma fotografia da decoração,
para o Tempo do Advento
que pusemos na Igreja da Reconciliação em Taizé.








Neste tempo de preparação para o Natal,
preparamo-nos também para, tal como os Reis Magos há dois mil
anos, ir a uma terra distante para adorar o Menino.
E as quatro velas podem marcar o ritmo destas quatro semanas,
em que gostaríamos de aprender a esperar com a confiança de Maria.

Convosco, nesta peregrinação de confiança,




Ir.David



segunda-feira, 30 de novembro de 2009

The sience of Sleep





Se os sonhos têm ciência?

Não sei.

Gostei do filme.Bom serão de Domingo á noite.

Diferente.

Afinal é tão dificil de encontrar quem sonhe como nós...assim.