sábado, 24 de janeiro de 2009

Réplicas do Encontro que me vão chegando...






Na partida de Lisboa, os amigos...que sempre estão!















Como Tiago, "what time is shit??" aahahahah
Grande companheiro de caminho, que viveu pela 1ª vez um encontro.






A hora e meia mais bem aproveitada, á chegada a Bruxelas.Ainda sem família de acolhimento, alguém se lembrou, que poderiamos querer tomar um banho, e dormir um pouco depois de 3 dias intensos sempre a andar.
E assim foi como ressuscitar!


Nos longos corredores, que nos levavam ás orações e refeições, aquilo eram km...a andar!Mas de sorriso no rosto.








Um raio de sol...por entre nós e o atomium lá ao fundo!






No 1º dia do ano, a caminho da oração da noite, um momento de descanso, envolvidos com a população de Bruxelas!





A Ticha, a minha sósia, em mais um encontro.

E o irmão do Feijão verde, que em seu nome, oficializou a foto, para mostrar o coitadinho que ficou a estudar...na Barreira!








A malta de Leiria é alegria!E Serafina e Braga e tudo e tudo...
Mais uns emplastres á mistura!










Ainda a ressoar estes dias...

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Deolinda- Mal por mal...








O TEU BEM FAZ-ME TÃO MAL...

O TEU MAL FAZ-ME TÃO BEM...



Porque acredito?

























Reparo nas constelações, porque acredito que há um tempo que desaparece, quando lhe entrego os meus olhos.
Reparo no mar, nas ondas a formarem-se e a rebentar, porque acredito, que há algo que trazem em si, quando fecho os olhos e as oiço.
Reparo na luz do dia, porque acredito que é única, e não há 2 dias iguais.
Reparo nas crianças que brincam, porque acredito que são uma promessa de coisas boas, para o amanhã.

Reparo em nós...e não sei porque acredito?

Mas acredito.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Ainda a Luz de Paris...

Ao cair da noite, Paris estava assim...iluminada, mágica, cidade luz por excelência.

As cores do céu a pintar-me o olhar.










O cheiro e força do Sena a recordar-me ainda e sempre Paris.





E a roda gigante novamente...


O Gauffre,ou crepe, sempre com o chocolate ou chantillly, na cidade onde eles se fazem e desfazem...




Ruas longas e de luz...







OOH Champs Elisés!


Brincadeiras ao frio...debaixo da torre Eiffel.







O Notre Dame...



Deixando Paris para trás...




Á porta de uma loja cara, aguardando a hora de voltar ao autocarro...



Até um dia Paris!

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Reencontro.

Disse-me que tinha sido uma espécie de revelação e foi exactamente assim que aconteceu.Descobri-lo anos depois com um projecto a solo, e ele descobrir-me a mim, com tantos outros projectos, uns em curso, outros no coração.A infância lembrada...

Foi uma epifania ainda sentada na minha cama, depois de me mostrar finalmente o que andava a perder.

Pelo nome que ele "se" deu, pensava que ia ouvir uma coisa experimental, música arrojada e difícil de perceber. E não é que lhe falte verve, mas isto é tão bonito, soam caixas de música e aqueles brinquedos que se usa para adormecer os bebés, ouvem-se máquinas fotográficas e a voz é tão segura de si e quente, que me senti quase fragilizada.

E num momento ouço a coisa mais doce dos últimos tempos e a seguir sobe-me uma alegria pelo peito acima e já tenho o rato a clicar sobre o repeat.

À cabeça vem aquela pergunta inevitável, onde é que andaste este tempo todo, e nem sei se é o alerta laranja ou vermelho em que vivemos nestes dias, nem se porque a roupa custa a secar, ou talvez porque às vezes são dez da manhã e parece que está a anoitecer - alguma coisa me prendeu à música de Noiserv, também conhecido por aí como David.

É música de quem não me conhece mas que gravou, sem querer, as minhas memórias mais recentes. E, noutras músicas, guardou a minha revolução interior, o meu coração a querer saltar pela boca e o meu silêncio imposto.

Está frio, os dias estão escuros mas não faz mal, desde que possa continuar a ouvir isto. Vezes e vezes sem conta.

domingo, 18 de janeiro de 2009



Lições...



















Do fim de semana, ficam-me algumas lições importantes, que não posso deixar de partilhar.
Fazem de tal forma eco dentro de mim, e anseiam por sair.










Este fim de semana, fui até ao Porto.
Antes de sair para apanhar o intercidades, o telefone toca.Do outro lado, a triste notícia vinha de uma voz amiga, daquela minha casa, de nome IPO.
O Elisangelo, tinha deixado este mundo e todo o sofrimento que passou estes 5 anos.
Sofrimento que eu acompanhei, que temi.
A minha alma esfriou.
Conhecemo-nos, lá mesmo, nessa casa, onde me pus de novo em pé, para a vida.
Ele natural de cabo verde de sorriso timido, mas maroto, partilhou comigo um ano de luta.
Tinhamos exactamente o mesmo tipo de Tumor, no mesmo local perna esquerda.
Começámos no mesmo dia os tratamentos, tinhamos a mesma médica, fomos operados no mesmo dia, passamos juntos os aniversários, um natal, uma passagem de ano, e inúmeros internamentos, gastámos horas na sala a conversar e fomos companheiros um para o outro naquele mundo dos carecas...ele de chocolate eu de baunilha.
Riamos, mas também acontecia chorarmos...nas noites longe de casa.Ele sempre longe de casa.
No dia da operação, fomos no mesmo elevador para o bloco operatório, e desejámos sorte um ao outro, com a maior força do mundo...e ali estivemos em salas paralelas a ser operados.Lado a lado.Fomos objecto de estudo, para a faculdade de medicina.
A ele amputaram-lhe a perna.A mim não.
Quando saí,ainda meio anestesiada, lembro-me de o ver no recobro a dormir.Passado uns dias, fui vê-lo ao quarto e ele delirava com as dores e dizia ainda sentir a perna, eu apertei-lhe a mão,só.
O tempo passou e companheiros também na fisioterapia, era uma festa.A prótese dele inteira a minha interna.
Houve corridas de cadeira de rodas, nos corredores, com uma repreensão da enfermeira chefe,toda a gente nos conhecia... houve até um dia em que dormimos no mesmo quarto, a umas 4 camas de distância, separados por cortinas, pois o serviço estava cheio, e nunca se misturavam rapazes e raparigas.Só sei que naquela noite, não nos calámos, de uma cama para a outra...
Ele foi o meu grande irmão ali dentro,o irmão de luta, o irmão de pequenas vitórias...que não perdeu o sorriso e me ajudou a manter o meu.
Já lá vão 5 anos, e eu estou bem, nunca mais tive nada e espero assim continuar.
Ele teve 5 anos de continuo sofrimento, as coisas com ele estavam já muito avançadas, pois em Cabo verde, não detectaram as coisas a tempo, por falta de meios.
No sábado, passou a iluminar o céu que tantas vezes olho e comtemplo.
Descansa meu irmão, Elisangelo e olha por mim.
Continuas vivo, na memória de todos os que cuidaram de nós.
Na minha sempre.









Entretanto, a ida ao Porto, que tinha uma razão, tornou-se ainda mais válida e forte.
Ia para a festa surpresa do aniversário do Paulinho da Trofa, que está a passar pelo mesmo.
Já foi operado, já acabou os tratamentos.Está bem e recomenda-se.
Enchi-me de força e parti eu, rumo á Trofa, para celebrar com ele a vida, para lhe dizer, é possivel, para admirar mais uma vez a sua alegria e vontade.
E vê-lo feliz e a recuperar, foi em parte um consolo para a notícia recebida antes da sair de casa.
O rosto, um pouco alterado desde o verão, parecido ao meu, na altura.Um pouco mais gordinho, mas o olhar, ah o olhar o mesmo, o sorriso, as piadas...sempre.
Uma casa cheia de gente, para o receber e acarinhar.Gente de perto e de longe...a família da SEM, do verão, em parte reunida, abraços e reencontros esperados e que momento perfeito para isso.A tagarelice com a Zélia, que saudades que eu tinha, e o acolhimento em casa do Tiago e da Sara...
A luz acendeu-se por fim e ele ficou estupefacto, sem reacção.
Estava radiante e a transbordar vida.
Ele uma promessa para o futuro, que ainda vai ajudar muita gente, como enfermeiro que será.
Que bom foi sentir, este acolhimento.Eu que não conhecia a Trofa, e vim de lá, fã das pessoas, da pronúncia, (das miniaturas), da alegria.
E graças á Marta, a namorada, este foi um momento único e que o vai marcar para sempre, saber que estamos com ele, sentir isso, confirmar.Ela foi incansável.Deu provas de um amor, que dá gosto ver, que não se deixa demover, mas cada vez se fortalece mais.Ali firme e constante.
Um grande exemplo.Uma grande lição.

Foi um fim de semana de correria para apanhar comboios,de muitas lições, por aquilo que aconteceu e até pelo que não aconteceu, de chuva e cinzento, mas como eu costumo dizer, a cor dos dias está em nós e naquilo que ousamos pintar!
E regressei a casa, com um arco íris, dentro.
Podiam faltar-lhe 2 cores, mas ainda sobravam 5, embrulhadas em Esperança.










E foi com elas, que encostei a cabeça na janela do comboio, ouvi a chuva e adormeci.

Parabéns Alexandra!













Está de volta de Timor, há meses.
Ainda tem no olhar e no sorriso a calma e as cores do povo que amou e ao qual se entregou.
Contagia, ouvi-la falar.Rapidamente nos arranca uma gargalhada, com coisas muito simples, como por exemplo as coisas que em nós não gostamos ou nos fazem stressar, ela transforma-as calmamente em Amor...e ainda nos rimos delas!
Obrigado por seres assim, e por seres uma das "madrinhas" que eu escolhi...cá dentro.
Grata pelo dom da tua vida.
Até breve.

sábado, 17 de janeiro de 2009

COM SAUDADES PARTO



Estou algures entre o Porto e a Trofa.

Bom fim de semana!

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Há palavras que nos beijam como se tivessem boca...






"Este ombro está aqui para te encostares,

Os ouvidos para te ouvirem

Os braços para te abraçarem

Os olhos para te falarem no silêncio e para contigo chorarem

A boca para te sorrir

As mãos para apertarem as tuas

A alma para ti!

Confia em mim."


=)





D.

Que bom acordar e ler isto.

Está sol.É inverno e o amor acontece.

Obrigado.


quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

This is my winter song to you


Winter Song - Sara Bareilles










Porque é inverno e está frio...

E o amor é preciso.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009



Amesterdão


Amesterdão é daquelas cidades que sempre quis conhecer.Talvez pelo excesso de liberdade que ali se vive, talvez pelos seus canais que apaixonam e encantam.
Acordei ás portas de Amesterdão, depois de ter deixado para trás o frio de Paris.
Aproveitei o resto da viagem, para ler o Guião e saber quais os pontos de interesse, e eram muitos.














Os primeiros raios de sol dessa manhã iluminavam toda a gente, e a agitação já se sentia.





Mal coloquei os pés fora do autocarro, senti o cheiro a mar, e o frio era aterrador, muito pior que em Paris.Assim começamos a nossa jornada, pela central sation, onde deixámos que o Duarte se munisse de mapas e guias da cidade.
Uma cidade onde todos se movem de bicicleta, dos 8 aos 80, e não convém que nos atravessemos no seu caminho, pois circulam velozmente fazendo soar as suas campainhas, trim, trimmm...!
É notável, a descontracção de todos, ali há todos os estilos e formas de estar, mas ninguém olha com ar reprovador, e dos mais novos aos meus velhos, têm todos um olhar livre e despreocupado.Talvez até demais.






As ruas, apertadas, cheias de 1001 lojas diferentes, de tudo o que possamos imaginar.E gente, gente que é e não é dali...mas que descobre, que vagueia...como eu o fazia naquele momento.











E se há sítio onde a industria do sexo está presente é aqui.Porta sim porta não, em certas zonas, as lojas são de uma variedade enorme, como podem verificar.
A coisa choca mais, quando na montra em vez de manequins, se encontram mulheres verdadeiras.Esse é o bairro vermelho, que me deixou sem palavras.













Mas Amesterdão, tem tanto encanto, e é isso que fica.
A arquitectura é de uma beleza incrivel e única, aquelas casas, á beira dos canais, as tulipas nas janelas e os barcos a passar...ou ainda quem viva neles, os barcos casa, atracados á beira dos canais, a deitar fumo da chaminé, indicando vida e aquecendo os dias.







A meio da tarde decidimos que queriamos ver coisas diferentes e 2 a 2, apanhámos o mesmo autocarro, mas saimos em paragens diferentes.
Eu quis visitar a casa museu de Anne Frank, esse diário que li na adolescência vezes sem conta e que me despontou o gosto pela escrita.E outros, escolheram o museu Van Gogh, o meu pintor favorito, mas não se pode ter tudo.
E foi assim que depois de uma enorme fila, ali estava eu, dentro da casa onde viveu Anne Frank, a mesma, o anexo que ela descreveu ao detalhe...escuro, escondido, frio...onde os relatos nas paredes nos fazem sentir, o que é viver 2 anos escondidos, longe do mundo, sem poder sequer fazer barulho com a água...!

Foi pesado, mas senti o que foi o Holocausto, que não aconteceu só nos livros e nos jornais...
É arrepiante, mas vale a pena.
E este é o diário de Anne Frank, e a minha mão...á distância de um vidro=)















Amesterdão tem inumeros cafés, acolhedores, que convidam a entrar e a aquecer um pouco, com um chocolate quente, que foi dos melhores que já provei...E ali retemperámos forças e ficámos á conversa.













A noite caiu em Amesterdão e torna-se tudo mais frio, mas também, mais mágico.



E foi lá que encontrei a bicicleta dos meus sonhos...com luas e cogumelos...!








Cansados de um dia sempre a andar e muito frio, sentámo-nos para jantar mais um Kebbab!Para variar...









Amesterdão ainda nos reservava algumas horas e algumas surpresas...









Sim, fomos a uma coffeshop, e passámos um bom bocado todos juntos...fazendo tempo, para retornar á nossa casa, o autocarro, na manhã seguinte, estariamos em Bruxelas, para o encontro...













Até um dia destes Amesterdão!
Paris


Voltar a Paris,é sempre encantador.O que não foi encantador este ano, foi o friooooooo.
Era a minha 3º vez, e nunca senti um frio tão duro e impossivel de suportar.Estavam -2º.Tudo em gelo.
Lembro-me que entrámos em tantos cafés quantos podiamos, para aquecer.Comemos o tradicional crepe ou Gauffre com chocolate quente.
A caminhada até ao Louvre, pelo jardim já escuro, onde outrora eu vi o sol descer entre as árvores.E aí, quisemos mudar de rumo, deixar a grande massa, e vaguear, por aquelas ruas que quase ninguém conhece.
Em busca do bairro de estudantes fomos nós.Éramos 3.
Lá chegámos por fim, depois de apanhar não sei quantos metros e perguntar a mais umas 500 pessoas.
O bairro dos estudantes, ou universitário, é de uma diversidade incrivel.
Adorei.As ruas cheias de gente, de luz, de festa, de culturas, restaurantes de todos os Países do mundo, cheiros e músicas á mistura,ali paredes meias.Ritmos, olhares, pressa, ou deambular.
Um espécie de bairro alto francês, mas sem subidas, sempre a direito.Ruas e mais ruas, sempre agitadas, gente que dança na rua, que canta.E nós também dançámos.
Por ali jantámos o famoso Kebbab...e continuámos a jornada até ao Notre Dame, gelados e acenando ás pessoas que passavam nos barcos do Sena iluminado, jantando, quentes e felizes por nos verem na ponte.
Era Natal para mim, assim,ainda e sempre.
Havia alegria nos rostos, esperança...e o mundo tinha acabado de celebrar o seu nascimento.Havia dentro de mim, razões para celebrar.
Talvez o voltar ali, o recordar, talvez o estar a caminho de uma peregrinação de confiança sobre a terra, talvez o partilharmos tudo, decisões, frio, ruas, refeições...rumos, destinos.Deus.
Á beira do Sena caminhámos, para encontrar uma exposição, que valeu bem a pena...arte comtemporânea, interessante.Sons,imagens e sempre frio.
Depois a torre Eiffel, sempre majestosa, a receber-nos, este ano de Azul e com as estrelas da união europeia...ali dançámos novamente a dança da torre Eiffel e ensinámos ao Samuel que não sabia.
Deitámo-nos num banco, mesmo por baixo da torre e ali ficámos a ver aquela estrutura que nos espanta.O burburinho ali é sempre o mesmo, quando ela pisca e acende as 1001 luzinhas, o "aaaaahhh!!", quando apaga o "ooooooohhh..."
Procurámos uma igreja para nos aquecermos, por dentro e por fora, mas estavam todas fechadas.Acabámos a noite sentados na porta de uma Loja cara, de nome, como 3 mendigos , com uma manta e a comer bolachas, esperando pela hora de regressar ao nosso autocarro, a nossa casa ambulante por 3 dias.E foi uma experiência, única, pois nunca tinha sentido o que pode sofrer um sem abrigo, na rua.O frio era de morte, e o medo que alguém nos faça mal, não nos deixa repousar.Ali fizémos uma partilha do dia...que foi tão bonito com vocês.E comemos mais bolachas.
E nós de novo ali, em Paris.Onde tudo fazia muito mais sentido.Onde os caminhos eram conhecidos e onde os carrocéis estavam no mesmo sitío, com a mesma música.E tanta coisa acontece na nossa vida entretanto.
E Paris no mesmo lugar.Grande, luminoso, com pessoas diferentes, longe e de lá.
Com o Sena silencioso.
O regresso ao autocarro foi feito com satisfação.Todos estavam agitados, principalmente aqueles que nunca tinham estado em Paris.Foi bom ouvir cada um, com um brilho nos olhos.
Depois toca a aquecer e a dormir, esticada no chão, só acordei na Holanda...ás portas de Amesterdão.Dormi que nem uma pedra,quente e só acordava para me virar no exíguo espaço, que me pareceu uma cama confortável.Já estou tão habituada...que consigo dizer que gosto, de olhar e ver 3 ou 4 pés por cima de mim, e botas espalhadas pelo chão, mapas e lanternas, garrafas de água...uma confusão humana, mas feliz.Mas o coração arrumado e sabendo bem por onde ir.E como.
Até amanhã.




Aaaaahhh Paris!










Os narizes e as bochechas queimados e vermelhos do frio...


Paris, com trânsito a toda a hora...nunca dorme.










Experiência de mendiga, sentada na porta da Gucci ou da Prada não me lembro.Algo que nos impressionou e nos levou a reflectir sobre isso ali, terminou numa oração.








Os 3 fantásticos do raid de Paris 2008.
Vou lembrar-me sempre.Paris tem o nosso nome escrito no chão e nas fachadas.

Momentos de Luz, pelos olhos do Luís.






Arder...até ao fim.




O Duarte, num momento de oração...a sós.

Acenderam-se dentro de mim...




Se fechar os olhos ainda vejo este arco-íris!




Aqui, está o Luís, vestido com um saco do Lixo, o nosso trabalho no encontro de Bruxelas.
Obrigado pelo teu sorriso.Paz.E alegria.
(E pela música de ontem...)



Saudades destes dias.